Ródão: Município investe 17, 8 mil euros em bolsas de estudo para o Ensino Superior

A Casa de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão, acolheu a cerimónia de entrega das Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior para o ano letivo 2021/22, uma iniciativa promovida pelo Município de Vila Velha de Ródão que abrangeu 22 estudantes do concelho e concedeu um total de 17 873,5 € em apoios.

  • Educação
  • Publicado: 2022-01-09 16:21
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

Tendo por base o Regulamento Municipal de Atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior e a avaliação da Comissão de Análise criada para o efeito, a autarquia atribuiu este ano três bolsas de estudo aos candidatos inscritos pela primeira vez no ano letivo de 2021/22, no primeiro ano de um curso superior, no Instituto Politécnico de Castelo Branco, uma medida que representou um investimento total de 2.091,00 € e tem por base um protocolo estabelecido com aquela instituição, que consiste no pagamento, por parte da autarquia, de uma bolsa de estudo no montante equivalente ao valor total das propinas.

Foram ainda entregues 19 bolsas de estudo destinadas a alunos que frequentam outras instituições de ensino superior e que são atribuídas em função dos rendimentos do agregado familiar, com o objetivo de comparticipar os encargos dos estudantes com a frequência de um curso superior. Estas bolsas de estudo representaram um total de 15.782,50 €, um número ligeiramente inferior ao das 21 bolsas de estudo atribuídas no último ano letivo (18.682,70 €).

Em declarações ao Diário Digital Castelo Branco, Luís Pereira, presidente da Câmara Municipal refere que “é com satisfação que temos visto aumentar o número de candidaturas às Bolsas de Estudo atribuídas pelo município, já que isso significa que há cada vez mais jovens a apostar na melhoria das suas qualificações através da frequência do ensino superior, o que é extremamente positivo para a região. Esta realidade tem levado a Câmara Municipal a fazer um esforço no sentido abranger um número cada vez maior de alunos, de forma a impedir que as desigualdades económicas e sociais sejam um entrave no acesso ao ensino superior, particularmente em períodos de maiores dificuldades como aquele que vivemos atualmente devido à pandemia”, concluiu o autarca. 

 

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