Castelo Branco: Coleção da Escola Superior de Artes Aplicadas presente na Bienal de Design do Porto

"Novos Rituais, Novas Práticas Locais na Coleção DESIGNESART" é um dos projetos patentes ao público na "Y, Desenhar Portugal", mostra crítica de projetos realizados nos últimos três anos em 26 das 35 escolas de design portuguesas convidadas a participar, onde se inclui a Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

  • Educação
  • Publicado: 2020-01-07
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

"Novos Rituais, Novas Práticas Locais na Coleção DESIGNESART" é um dos projetos patentes ao público na "Y, Desenhar Portugal", mostra crítica de projetos realizados nos últimos três anos em 26 das 35 escolas de design portuguesas convidadas a participar, onde se inclui a Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco.

Segundo informação a que o Diário Digital teve acesso, a iniciativa, realizada no âmbito da Porto Design Biennale 2019, pode ser visitada de forma gratuita na Galeria Municipal de Matosinhos até dia 23 de fevereiro. Tratam-se de abordagens focadas na tecnologia, sociologia e estética do design contemporâneo, as quais sintetizam as preocupações do novo milénio, em resposta à atual crise social, económica e cultural.

Dada a conhecer em modo digital, a coleção do IPCB integra os protótipos produzidos por dezassete autores, entre docentes e alunos do mestrado em Design de Interiores e Mobiliário da ESART: Ana Afonso, Ana Lourenço, Ana Reis, Ana Simões, Carla Lourenço, Carolina Tavares, Elodie Santos, Joana Ramos, Joana Santos, José Simão, Mariana Liberal, Patrícia Sequeira, Raul Cunca, Ruben Morais, Sofia Graça, Tiago Girão e Tiago Milheiro. Em paralelo, cinco destes trabalhos foram selecionados para estarem fisicamente representados na exposição.

De recordar que a DESIGNESART pretende desenvolver a cultura local potenciando os recursos de proximidade, do Bordado de Castelo Branco, por via de um jogo educativo para crianças, às tradições gastronómicas ou materiais e produtos endógenos. A coleção espelha uma atmosfera de aprendizagem partilhada, representada por objetos que cruzam técnicas tradicionais e tecnologias emergentes, aportando novas soluções que reconfiguram as ações e usos intrínsecos às práticas locais.

 

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