Por: Cristina Valente
Luís Correia, autarca albicastrense, destacou, na sessão solene, comemorativa do 25 de Abril, a promoção das artes criativas que a autarquia tem promovido.
"O analfabetismo e a incultura, são os mais eficazes instrumentos de controle dos seres humanos e por isso os maiores aliados dos ditadores" afirmou o autarca.
Luís Correia, autarca albicastrense, destacou, na sessão solene, comemorativa do 25 de Abril, a promoção das artes criativas que a autarquia tem promovido.
"O analfabetismo e a incultura, são os mais eficazes instrumentos de controle dos seres humanos e por isso os maiores aliados dos ditadores" afirmou o autarca.
Estando satisfeitos e ultrapassados os níveis básicos de desenvolvimento, é tempo de a autarquia Albicastrense abraçar outros desafios.
" Sabemos que os resultados serão menos imediatos, mas contribuirão definitivamente para mudar, para melhor a comunidade albicastrense, o seu nível de desenvolvimento e enriquecimento humano, e participação cívica" afirmou o autarca.
O acesso à cultura é, para Luís Correia, uma das mais eficazes formas de promover o desenvolvimento humano e social "e cumprir os ideias de Abril".
A aposta na cultura, por parte da Câmara municipal, não começou agora, "mas tem intensamente reforçada neste mandato" diz o autarca, "a oferta cultura, diversidade e regularidade é cada vez mais conhecida e reconhecida, mesmo a nível nacional" conclui.
Para Luís Correia as comemorações deste ano, marcam a saída de um período difícil e de "austeridade violenta".
"Foram quatro anos de austeridade violenta e cega que fizeram o país retroceder mais de uma década em todos os índices de desenvolvimento, mas especialmente ao nível dos índices económicos e de bem estar das populações" afirmou o autarca Albicastrense.
Valter Lemos, presidente da Assembleia Municipal lembrou que se cumprem agora os 40 anos da Constituição Portuguesa, "é hoje justo e adequado também fazer o elogio e a homenagem dos deputados constituintes que nos legaram esta criação".
Luís Barroso do Bloco de Esquerda, elogiou o facto de o 25 de abril, sempre ter sido assinalado e comemorado no concelho, "sinto-me privilegiado, por viver num concelho que sempre festejou esta data, que sempre fez questão de celebrar as conquistas conseguidas na sequencia de abril de 74, que sempre evocou e não deixou cair no esquecimento a luta pela democracia".
António Figueiredo, que representou o CDS na sessão focou parte do seu discurso nos direitos sociais, nomeadamente dos grupos mais vulneráveis à exclusão social, "fase a uma condição de vida marcada por desigualdades e algumas condicionantes é esta uma questão de responsabilidade de toda a sociedade, e em particular do poder local. É fundamental criar no poder local, um sistema de responsabilidade social cooperativa, pois ser socialmente responsável, não se restringe ao cumprimento da lei".
José Rocha em representação da CDU, considera que no dia 4 de outubro se abriu uma nova janela de esperança para o povo e para os trabalhadores, "que de medida em medida vão agora recuperando tudo o que lhes foi roubado".
Pelo PSD, Ana Rita Calmeiro, num discurso algo poético, e didático, referiu a abstenção nas eleições começa a ganhar outro significado, "os portugueses estão afastados da politica, todos sabemos, enojados até. Preferem não saber, não votar. A abstenção outrora um sinal vil de desinteresse, começa a parecer um sinal de não ratificação, de não identificação por não haver partido ou líder que mereça a dita esperança de abril".
Também a abstenção, e o afastamento dos cidadãos da vida pública foi referida no discurso de Cláudia Soares do grupo parlamentar do PS, que afirma que os cidadãos mostram falta de confiança relativa às organizações político-partidárias, das associações, dos sindicatos e do sistema judicial.
"Cumprir abril é também combater as assimetrias, é contemplar as definições de estratégias de territorialidade, é não aceitar a ausência destas estratégias e lutar contra as acentuadas assimetrias entre o litoral e o interior".
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