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Região 19 de janeiro de 2016

Castelo Branco: “Executivo funciona em monólogo, tem défice democrático” Paulo Moradias

Por: Patrícia Calado

O vereador do PSD, Paulo Moradias, acusou ontem o executivo de ter comportamentos autistas e de não respeitar os albicastrenses que elegeram dois vereadores sociais-democratas.

 

O vereador do PSD, Paulo Moradias, acusou ontem o executivo de ter comportamentos autistas e de não respeitar os albicastrenses que elegeram dois vereadores sociais-democratas.

“Este é um executivo autista, com défice democrático. Funciona em monólogo”, disse, exemplificando com o caso do IMI Familiar. João Paulo Benquerença recordou que aquando os sociais-democratas levavam propostas para a descida do mesmo, no entanto, apenas foi aprovada no final do ano passado, altura em que a proposta foi apresentada pelos socialistas.

“Quando foi apresentada [proposta da redução do valor do IMI Familiar] por nós, não prestava. A proposta do PS foi apresentada no limite do tempo… Não houve interesse em pensar nos albicastrenses”, sustentou Paulo Moradias.

De acordo com Paulo Moradias, a mudança de atitude por parte dos socialistas em relação ao IMI Familiar deveu-se ao facto de “todos os concelhos do distrito” terem aderido à mesma medida, receando ficar “politicamente isolados”.

Ao fim de quase três anos do mandato de Luís Correia na autarquia albicastrense, João Paulo Benquerença, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Castelo Branco, acredita que está na altura de fazer um balanço do trabalho do executivo.

Na opinião de João Paulo Benquerença, o município de Castelo Branco investe demasiado em empreitadas, em vez de ir à busca de “estratégias” para “tornar Castelo Branco numa boa cidade para viver”.

“Continua a não ser nada feito, a aposta é nula, é zero… São necessários bons projetos para jovens, atrair empresas, necessidade de promover os nossos produtos e as nossas potencialidades”, referiu em conferência de imprensa.

Para complementar João Paulo Benquerença, Paulo Moradias exemplificou com o caso de Castelo Branco possuir “a taxa mais alta do IRS”.

“Famílias não vêm ser devolvido o que é fruto do trabalho”, disse.

Contudo, a concelhia social-democrata de Castelo Branco garantiu que vai continuar a apresentar propostas que promovam a economia local e a fixação da população, como a devolução do IRS, já anteriormente proposta.

O executivo municipal foi ainda alvo de críticas no que toca ao excesso de empreitadas feitas e, que ainda estão por realizar. De acordo com a concelhia do PSD de Castelo Branco, há que apostar no imaterial, atrair atividade empresarial para o concelho.

“Não conseguimos apontar qualquer medida do PS para atrair atividade económica”, avançou Paulo Moradias. 

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