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Região 15 de dezembro de 2015

Castelo Branco: Marisa Matias diz que não haveria falta de coesão territorial se fosse cumprida a Constituição

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A candidata presidencial Marisa Matias disse esta 2ª-feira em Castelo Branco que se fossem cumpridos os direitos que estão consagrados na Constituição, o país não tinha tanta falta de coesão territorial e social.

A candidata presidencial Marisa Matias disse esta 2ª-feira em Castelo Branco que se fossem cumpridos os direitos que estão consagrados na Constituição, o país não tinha tanta falta de coesão territorial e social.

"Não é preciso inventar a roda. Desde logo, se fossem cumpridos os direitos que estão consagrados na Constituição, seguramente que não tínhamos esta falta de coesão territorial e social que temos", afirmou Marisa Matias.

A candidata à Presidência da República apoiada pelo Bloco de Esquerda (BE), participou numa conferência no Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), na qual falou das assimetrias existentes entre o interior e o litoral do país.

"Há problemas graves e fortes em termos da falta de investimento e de criação de emprego nestas regiões [interior]. Depois, temos outros [problemas] associados que não são as verdadeiras causas, mas que acabam por ajudar a este plano inclinado do país", disse.

Questões como os transportes, falta de acessibilidades, pagamento de portagens, acesso igualitário à justiça, saúde e educação estão dentro deste conjunto de problemas.

"Estamos a falar de todos os direitos que estão consagrados na Constituição. Se os cidadãos em Portugal não puderem usufruir, todos, desses direitos é como se eles não existissem na realidade", sustentou a candidata presidencial.

Por isso, Marisa Matias considera que o cargo de Presidente da República "é muito importante" a esse respeito.

"É garantir e pôr as instituições a funcionar, a democracia a funcionar e garantir que de facto todos os cidadãos tem acesso aos direitos que estão consagrados na Constituição", sublinhou.

"O interior sempre teve condições específicas, não houve trabalho feito no sentido de ter um país mais coeso e os últimos quatro anos foram de facto aqueles que mais agravaram esta situação", concluiu.

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