Por: Cristina Valente
"Momento impar na história da democracia em Portugal" foi assim que Manuel Frexes classificou as eleições deste domingo e a vitória da Coligação Portugal à Frente.
"Momento impar na história da democracia em Portugal" foi assim que Manuel Frexes classificou as eleições deste domingo e a vitória da Coligação Portugal à Frente.
O cabeça de lista da coligação no distrito considerou os últimos quatro anos, anos de uma "governação muito difícil", e com a vitória de domingo, dia 4, os Portugueses escolheram o caminho a seguir.
"Entenderam que Portugal pode mais, disseram de forma clara e audível que querem continuar em frente, querem estabilidade, desenvolvimento, sustentabilidade, e querem sobretudo salvaguardar o seu futuro" afirmou Manuel Frexes.
Para o líder do PSD distrital, o mais difícil ficou para trás, "o cabo das tormentas ficou para trás, agora é seguir o caminho do oceano do desenvolvimento".
A nível distrital a coligação PSD- CDS/PP perdeu a liderança, caindo para segundo lugar , Manuel Frexes, considera que apesar disso é um resultado equilibrado, "mantivemos os mandatos que tínhamos, obviamente que não conseguimos atingir aquela meta, que era também celebrar a vitória no distrito, mas o resultado que obtivemos é próximo do do Partido Socialista, quando há alguns meses atrás todos nos diziam que era impossível a Coligação ganhar".
A coligação elege como deputado Manuel Frexes e Álvaro Baptista, um estreante na Assembleia da Republica.
Quanto à derrota da Coligação no concelho do Fundão, Manuel Frexes considerou-o o "menos desnivelado" das zonas Urbanas [ Castelo Branco, Fundão, Covilhã] "Está dentro daquilo que foi o sentido e a tendência normal do distrito, temos que saber interpretar estes resultados, e nunca descurar aquilo que o povo nos diz, porque cada vez que vota, o povo está a dar-nos mensagens".
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