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Região 11 de abril de 2015

Castelo Branco: "Beira Baixa cresceu 31% entre 2008 e 2013" - Leonardo Mathias

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, disse esta 6ª-feira que a Beira Baixa registou uma evolução "absolutamente extraordinária" entre 2008 e 2013, com um crescimento de 31%.

O secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, disse esta 6ª-feira que a Beira Baixa registou uma evolução "absolutamente extraordinária" entre 2008 e 2013, com um crescimento de 31%.

"A evolução desde 2008 a 2013, tem sido absolutamente extraordinária. A Beira Baixa alcançou um volume total de exportações de quase 400 milhões de euros e teve um crescimento [nesse período] de 31% o que equivale a 5,6% de crescimento médio anual", referiu o governante.

Leonardo Mathias deslocou-se a Castelo Branco, onde presidiu à cerimónia de tomada de posse dos novos orgãos sociais da Associação Empresarial da Região da Beira Baixa (AEBB) para o triénio 2015-2017.

Segundo este responsável, a Beira Baixa enfrenta grandes desafios, sobretudo, porque na última década (2003 e 2013), a população residente reduziu em 8,4% e a região demonstra um nível de envelhecimento acima da média nacional.

Leonardo Mathias aproveitou ainda a ocasião para explicar que os grandes desafios do momento são a concorrência, a baixa do preço das mercadorias, a exportação, a internacionalização e a iniciativa privada.

E, sobre as preocupações que o novo presidente da AEBB, José Gameiro, deixou na sua intervenção (preços das portagens na autoestrada da Beira Interior, o acesso à saúde e os impostos sem diferenciação positiva), o governante disse que viu desafios de fora para dentro, mas não em sentido contrário.

"Está na altura também de os empresários fazerem aquilo que fazem nas suas empresas, que é pensarem neles e como é que podem evoluir e não esperar que alguém resolva os problemas que estão lá fora", sublinhou.

Leonardo Mathias explicou que o Governo tem um trabalho e o compromisso de investimento a cumprir.

Nesse sentido, recordou aos empresários presentes algumas medidas importantes como a descida do IRC, que tem como objetivo fixar a taxa de imposto nos 17% até 2017 ou dar estabilidade ao código fiscal do investimento recentemente aprovado.

"E aqui posso falar de incentivos ligados à interioridade e regiões desfavorecidas. Quando falamos que não há discriminação positiva, há. Está no código fiscal do investimento", adiantou.

O governante referiu ainda outras medidas como a manutenção do IRC a zero para novas empresas, a redução do IRC de 50% no primeiro ano e de 25% no segundo ano, para trabalhadores por conta de outrém que iniciem atividade por conta própria ou ainda a redução dos custos de contexto, com a eliminação de "taxas e taxinhas".

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