Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, em prisão domiciliária nos EUA, será "ilibado" das acusações de tentativa de violação e agressão sexual, afirmou um dos seus advogados, numa entrevista publicada hoje no jornal israelita Haaretz.
O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn, em prisão domiciliária nos EUA, será "ilibado" das acusações de tentativa de violação e agressão sexual, afirmou um dos seus advogados, numa entrevista publicada hoje no jornal israelita Haaretz.
Strauss-Kahn, que está em prisão domiciliária nos Estados Unidos, acusado de tentativa de violação de uma empregada de hotel de Nova Iorque, "declarar-se-á não culpado, e, no fim, será absolvido", considera Benjamin Brafman na entrevista ao jornal israelita, a primeira desde a prisão do antigo homem forte do FMI, a 14 de maio.
"Nada é certo, mas o que eu retiro do inquérito, ele [Strauss-Kahn] será ilibado. Ele impressionou-me bastante. Apesar das circunstâncias, está a aguentar-se bem", adianta um dos responsáveis pela defesa do antigo diretor-geral do FMI, que se demitiu do cargo na sequência do escândalo em que está envolvido.
Na entrevista, Brafman, que também já foi conselheiro de várias celebridades, incluindo o falecido músico Michael Jackson, adianta que Dominique Strauss-Kahn "não está feliz de ser acusado de factos que não cometeu".
Strauss-Khan é acusado de crimes sexuais em primeiro grau, o que só por si pode valer uma pena de até 25 anos de prisão, além de tentativa de violação, abusos sexuais, sequestro, entre outros crimes.
A vítima será uma empregada de quarto do hotel onde Stauss-Khan estava hospedado em Nova Iorque.
O ex-diretor do FMI foi detido no aeroporto quando se preparava para abandonar o país, a caminho de um encontro com a chanceler alemã, Angela Merkel.
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