Por: Diario Digital Castelo Branco
De acordo com os dados da polícia japonesa citados pela agência EFE, cerca de 170 mil pessoas perderam as suas casas em sequência do sismo e tsunami, estando refugiadas em cerca de 2.200 abrigos, a maioria nas localidades costeiras de Iwate, Miyagi e Fukushima, as três províncias mais afetadas pelo tsunami no nordeste do Japão.
Na província de Miyagi, foram registados 7.318 mortos, em Iwate 3.518 e em Fukushima 1.113 vítimas mortais.
Na sexta-feira, as autoridades japonesas e europeias lançaram uma grande operação conjunta de três dias para procurarem os desaparecidos nas zonas mais devastadas, em que estão envolvidos 18.000 militares japoneses e 7.000 europeus, além de 3.000 agentes da polícia, guarda costeira e bombeiros, que ainda só conseguiram recuperar 66 cadáveres.
O município de Minamisanriku, uma das áreas costeiras do nordeste do Japão mais afetadas pelo tsunami, prepara-se para evacuar cerca de 1.100 residentes para outros municípios da província de Miyagi, segundo noticiou hoje a agência Kyodo.
Apenas 1.100 pessoas entre os cerca de 9.400 residentes naquela localidade que se encontram em abrigos – mais de metade da população da cidade – aceitaram mudar-se para as cidades de Tome, Kurihara, Osaki e Kami, onde estão, para já, assegurados abrigos para cerca de 3.400 pessoas.
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