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Região 10 de fevereiro de 2014

Covilhã: António Fidalgo reivindica políticas que contribuam para o equilíbrio territorial

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O reitor da Universidade da Beira Interior (UBI), António Fidalgo, reivindicou hoje a aposta, por parte do Governo, em "políticas do território" que contribuam para o "equilíbrio territorial".

O reitor da Universidade da Beira Interior (UBI), António Fidalgo, reivindicou hoje a aposta, por parte do Governo, em "políticas do território" que contribuam para o "equilíbrio territorial".

"Estamos a trabalhar numa grande parceria, que inclui todas as instituições de ensino superior do interior e todas as forças políticas da região, para alertarmos e sensibilizarmos o Governo da necessidade de políticas do território a nível nacional, contribuindo para isso para o equilíbrio territorial, que não existe", disse.

António Fidalgo falava no Fundão, à margem da cerimónia de assinatura de um protocolo de colaboração entre a UBI e a Câmara Municipal do Fundão, que visa a criação de uma pós-graduação em gestão de serviços partilhados.

O reitor apontou a eventual "discriminação fiscal para empresas que se instalem no interior", como exemplo do que poderia ser feito para atingir uma maior coesão territorial.

"Obviamente que tem de haver uma discriminação positiva para as empresas que se instalem no interior, porque isso permitirá a criação de emprego, o que é muito importante para qualquer instituição de ensino", fundamentou.

Do ponto de vista dos apoios às instituições de ensino, António Fidalgo classificou como "mais-valia" e garantiu que "a UBI irá envolver-se e candidatar-se" ao programa "+Superior", que foi recentemente anunciado pelo Governo e se baseia na atribuição de bolsas que têm como objetivo fixar estudantes e diplomados nas regiões do interior.

"É um programa que pretende apostar na mobilidade, o que nós vemos com bons olhos porque, da nossa experiência com o estudante, sabemos que o difícil é trazê-lo, porque depois de ele estar cá ele já não se vai embora. Ele gosta de estar cá", disse.

Quanto à Reorganização do Ensino Superior, António Fidalgo reiterou que a mesma deve "ser feita progressivamente" e em cooperação com os politécnicos da região (Guarda e Castelo Branco).

"Já falei com o senhor secretário de Estado que me disse que a posição [relativamente à cooperação] não era um fechar a porta, ou seja, neste momento, a secretária de Estado está a estudar formas dessa reorganização e nós estamos interessados, já o disse várias vezes, em que a UBI e os dois politécnicos da região se entendam e aprofundem as suas ligações", afirmou.

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