Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
“Mesmo que a fadiga das pessoas que trabalham no complexo possa contribuir para explicar (este erro), sabendo que a vigilância da radioatividade é uma condição essencial para garantir a segurança, este tipo de erro é absolutamente inaceitável”, afirmou Yukio Edano, porta-voz do governo.
Devido ao erro, a Agência de Segurança Nuclear do Japão pediu à Tepco para rever o seu sistema de medição de radioatividade no complexo.
A Tokyo Electric Power (Tepco) convocou de urgência, para domingo à noite, uma conferência de imprensa depois do número “10 milhões” ter sido divulgado pelos media japoneses e pelos media do Mundo inteiro, alimentando ainda mais a psicose relativamente ao complexo nuclear acidentado.
O vice-presidente da Tepco, Sakae Muto, explicou que alguns elementos radioativos foram confundidos durante as análises efetuadas às amostras retiradas da água que saiu do reator 2.
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