Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
Dave Clark, Roberto Schmidt, ambos da AFP, e Joe Raedle, da agência Getty Images, chegaram ao hotel Rixos, no centro da capital líbia, onde foram acolhidos por um colega.
A libertação iminente dos três jornalistas tinha sido anunciada horas antes por um porta-voz do regime líbio, Moussa Ibrahim.
Na altura, Ibrahim afirmou que os três jornalistas tinham entrado ilegalmente na Líbia pela fronteira do leste e encontravam-se com os “rebeldes armados” perto de Ajdabiya.
A direção da AFP já se congratulou com a libertação dos jornalistas, tendo afirmado que esta “foi fruto da mobilização de toda uma equipa, de toda uma redação, de toda uma empresa: a AFP”.
A agência noticiosa francesa tinha enviado na terça-feira uma carta a Muammar Kadhafi pedindo a libertação dos três jornalistas.
"O líder da revolução (líbia Muammar Kadhafi) recebeu um apelo da parte do Pdg da Agência France-Presse, Emmanuel Hoog, e o líder pediu (...) ao Estado e ao Governo líbios para libertarem os jornalistas”, tinha afirmado Ibrahim.
Dave Clark, 38 anos e de nacionalidade britânica, Roberto Schmidt, 45 anos, que tem dupla nacionalidade colombina e alemã, e Joe Raedle, 45 anos e cidadão norte-americano, não davam notícias desde sexta-feira à noite.
De acordo com a AFP, foram detidos no sábado passado perto de Ajdabiya, por tropas leais a Muammar Kadhafi.
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