Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O encontro, a nível de embaixadores, foi sugerido pelos Estados Unidos.
O secretário-geral da NATO, Anders Fog Rasmussen, disse em diversos ocasiões que a Aliança estava a considerar diversas opções contra a Líbia, incluindo uma possível ação militar, mas sublinhou que qualquer decisão está dependente de uma decisão do Conselho de Segurança (CS) da ONU.
França e Reino Unido já manifestaram disponibilidade para efetuar ataques na Líbia, caso a aviação do coronel Kadhafi bombardeie a população civil.
No sábado, a Liga Árabe solicitou ao CS da ONU a aplicação de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, destinada a prevenir ataques aéreos contra as forças rebeldes.
O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, já emitiu um aviso sobre uma eventual intervenção da NATO na Líbia. A Turquia é um dos mais antigos membros da Aliança e o segundo exército da organização, após os Estados Unidos.
Violentos confrontos têm oposto desde meados de fevereiro os rebeldes líbios a forças pró-Kadhafi, com um balanço de milhares de mortos.
Desde o passado fim-de-semana, as forças de Kadhafi garantiram um avanço no terreno e retomaram o controlo de diversos bastiões dos insurretos no nordeste do país.
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