Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
De acordo com os novos dados, pelo menos 487 pessoas morreram em diferentes regiões do norte e leste do Japão.
Entre estas vítimas contam-se os mais de 200 cadáveres encontrados na praia de Sendai (nordeste, prefeitura de Miyagi), em consequência da passagem de uma onda com mais de dez metros, depois do sismo que atingiu uma magnitude de 8,9 na escala de Richter.
Nesta zona, o tsunami afetou cerca de 1.200 casas.
Por outro lado, pelo menos 725 pessoas estão dadas como desaparecidas e 1.046 ficaram feridas, ainda segundo o novo balanço divulgado hoje, às 10:00 locais (01:00 em Lisboa).
"Trata-se do maior sismo depois da era Meiji (1868 à 1912) e pensamos que mais de 1.000 pessoas perderam a vida”, confirmou o porta-voz do governo.
Fonte da polícia salientou que balanço é ainda provisório dado que tem sido difícil reunir os dados tendo em conta o elevado montante e a extensão das regiões sinistradas.
Depois do sismo de magnitude 8,9, registado às 14:46 locais (05:46 de sexta-feira em Lisboa), seguido de um devastador tsunami, registaram-se dezenas de réplicas na mesma região.
O alerta de tsunami foi mantido no conjunto da costa do Japão.
O número de edifícios total ou parcialmente destruídos eleva-se a 3.400 de acordo com a agência noticiosa Kyodo, que cita a Agência Nacional de Incêndios e Desastres.
Na vasta zona afetada por esta imensa catástrofe, cerca de 5,57 milhões de lares ficaram privados de eletricidade e 600.000 de água corrente, ainda segundo os “media” japoneses.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet