Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O governo da região pediu a saída dos residentes de uma zona num raio de três quilómetros à volta da central Fukushima número 1.
A água do sistema de arrefecimento da instalação nuclear desceu para um nível preocupante, mas um camião com o material adequado para restabelecer a situação chegou rapidamente ao local, noticiou a agência japonesa Jiji.
O governo japonês afirmou cerca das 16:30 TMG (hora de Lisboa) que a situação estava “sob controlo”, mas tropas com fatos de proteção nuclear foram destacadas para o local para verificar a situação.
Por outro lado, segundo a agência Kyodo, ocorreu um incêndio num edifício onde se encontrava uma turbina na central nuclear de Onagawa (prefeitura de Miyagi, nordeste), mas o fogo foi extinto.
As autoridades afirmaram que não foi detetada qualquer fuga radioativa nas centrais nucleares das zonas afetadas nas horas que se seguiram aos abalos mais fortes.
A empresa Tohoku Electric Power, que explora as centrais de Onagawa e de Fukushima, também não detetou problemas radioativos. Adiantou que 4,4 milhões de casas ficaram sem eletricidade no nordeste do Japão.
Segundo o Ministério da Indústria, um total de 11 reatores pararam automaticamente durante o sismo.
A central mais importante, Kashiwazaki-Kariwa, na prefeitura central de Niigata, mais afastada do epicentro, estava operacional.
O abalo mais destruidor, de uma magnitude de 8,9, ocorreu às 14:46 locais (05:46 em Lisboa). Fortemente sentido em Tóquio (que se situa a menos de 400 quilómetros do epicentro), o sismo foi seguido de numerosas réplicas.
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