Por: Diario Digital Castelo Branco
Renato Robalo da Silva, Presidente da Comissão Politica Concelhia da JSD de Penamacor desde 2010, membro da Concelhia do PSD de Penamacor e eleito deputado municipal da Assembleia Municipal de Penamacor nas autárquicas de setembro, abandonou os órgãos Regionais da JSD a que pertencia desde Maio do presente ano.
Renato Robalo da Silva, Presidente da Comissão Politica Concelhia da JSD de Penamacor desde 2010, membro da Concelhia do PSD de Penamacor e eleito deputado municipal da Assembleia Municipal de Penamacor nas autárquicas de setembro, abandonou os órgãos Regionais da JSD a que pertencia desde Maio do presente ano.
O Social Democrata, que desempenhava as funções de Vice-Presidente da Mesa do Conselho Regional da JSD de Castelo Branco apresentou a sua demissão do cargo.
Segundo o líder da JSD de Penamacor a decisão fica a dever-se ao fato de não existir dinâmica e considerar que a estrutura Regional da JSD é uma estrutura fantasma.
Renato Robalo da Silva confessa que não se encontra satisfeito com o mandato dos órgãos Regionais e que a inatividade dos mesmos o preocupa muito “ preocupa-me a inércia, visto que a juventude tem de saber com quem pode contar, quem está cá para os ajudar, contribuir para o seu crescimento enquanto cidadãos e futuros governantes e uma vez que essa não é a preocupação dos meus companheiros, que respeito independentemente das divergências políticas, considero que o meu contributo a esta causa seria sempre minoritário, possivelmente nulo, porque uma equipa só é equipa quando todos trabalham para o mesmo fim, o que não acontece nesta situação.”
O também deputado municipal deixa contudo claro que deseja o melhor para os órgãos regionais, “desejo que tudo lhes corra pelo melhor, sem mim, e pode até ser que com a minha saída a situação se altere.”
Renato Robalo da Silva que mantém atualmente a liderança da JSD de Penamacor desde a sua reativação em 2010 admite pela primeira vez a hipótese de demissão em bloco dos órgãos da Concelhia de Penamacor antes do final do mandato, devido ao período pós eleições autárquicas e possíveis divergências quanto ao futuro político da Concelhia do PSD local que é, “incerto e preocupante”, segundo o dirigente que também participou na reativação da Concelhia, não adiantando para já mais detalhes sobre a matéria.
O dirigente admite que em caso de negligência política da Distrital do PSD, a sua saída e de mais militantes dos órgãos Social-democratas será inevitável afirmando “quem perde com essas saídas é o Partido e as populações, estas sem qualquer responsabilidade, ficando novamente aprisionadas a uma única força política no Concelho, o Partido Socialista, tal como aconteceu em 2001, quando o PSD apoiou Domingos Torrão, na altura Independente e depois Socialista, tendo assassinado o PSD, deixando-o durante quase 12 anos sem militantes, Concelhia e voz ativa no Concelho”, conclui.
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