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Região 14 de outubro de 2013

Idanha-a-Nova: Tuberculose animal e caça maior em debate

Por: Diario Digital Castelo Branco

O auditório do Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, recebeu na passada sexta-feira, dia 11, o primeiro de dois seminários subordinados ao tema “Pecuária Extensiva e Caça Maior – Interações, Riscos Sanitários e Segurança Alimentar”.

O auditório do Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, recebeu na passada sexta-feira, dia 11, o primeiro de dois seminários subordinados ao tema “Pecuária Extensiva e Caça Maior – Interações, Riscos Sanitários e Segurança Alimentar”.

A iniciativa é apoiada pela Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e resulta de uma parceria entre Direção-Geral de Alimentação e Veterinária e Clube Português de Monteiros. Acontece num concelho que tem um dos maiores territórios cinegéticos do país, com uma área ordenada de 120 mil hectares e 86 zonas de caça.

O primeiro encontro teve como tema “Tuberculose e Caça Maior na Região Centro” e contou com intervenções de especialistas e autoridades nacionais, que partilharam conhecimento e experiências.

Caracterização das zonas de caça do sul da Beira Interior, tuberculose em caça maior, avaliação sanitária da caça no concelho de Idanha-a-Nova, metodologias de censos da população de caça maior e sua gestão em zona de caça foram as questões abordadas neste dia.

O segundo seminário vai decorrer na próxima quarta-feira, dia 16, entre as 13h00 e as 18h00, tendo como título “O Edital nº1 e a Caça Maior na Região Centro”. Serão desenvolvidos os temas: realidade cinegética na região Centro, importância do exame inicial em casos de tuberculose em caça maior, experiência prática de avaliação sanitária em caça maior, perspetiva dos proprietários e gestores de caça, e situação atual da carne de caça em Espanha.

As reflexões proporcionadas por estes seminários constituem a primeira fase de uma estratégia mais vasta de combate à tuberculose animal resultante das interações entre pecuária extensiva e caça maior, visando definir e implementar um novo modelo de combate àquela doença.

A segunda fase consiste na concretização do referido modelo de intervenção, que passa pela identificação de territórios-piloto de implementação, equipas multidisciplinares que neles irão intervir e métodos de intervenção adequados. Este modelo, depois de devidamente comprovado, poderá ser alargado a todos os territórios interessados.

 

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