Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
"Era muito importante que a troika, quando viesse a Portugal no final deste mês, viesse representada ao nível de direção política e não ao
nível de técnicos", disse o líder do PS.
"Era muito importante que a troika, quando viesse a Portugal no final deste mês, viesse representada ao nível de direção política e não ao
nível de técnicos", disse o líder do PS.
O secretário-geral do PS, António José Seguro, defendeu hoje que na próxima avaliação do programa de assistência financeira português a troika se faça representar por "responsáveis políticos" e não "técnicos".
Em Braga, onde hoje participou na apresentação do candidato socialista à Câmara Municipal local, Seguro admitiu não existir uma "fórmula
mágica" para ultrapassar a crise, mas assegurou ter uma "alternativa" à política de "desastre" do Governo.
"Era muito importante que a troika, quando viesse a Portugal no final deste mês, viesse representada ao nível de direção política e não ao
nível de técnicos", disse.
Na ocasião, o dirigente socialista acrescentou: "Não há nenhuma fórmula mágica mas há uma alternativa política aquilo que tem sido uma
política de desastre (...) o primeiro-ministro não tem soluções para o país".
António José Seguro afirmou ser "fundamental" uma "mudança" no processo de ajustamento económico em curso apelando a que o país "junte as vozes" nesse sentido.
O secretário-geral do PS apontou ainda o desemprego como o "principal problema do país".
Para António José Seguro é necessária uma "voz firme para dizer à troika" que Portugal quer "cumprir mas que precisa de condições".
Seguro apontou como caminho "aproveitar" a próxima avaliação da ´troika´ para "alterar a nossa trajetória de consolidação das contas públicas".
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