Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O secretário-geral do PS afirmou-se aberto a uma reforma do Estado Social, mas acusou o Governo de pretender triturá-lo e de não ter mandato para cortar 4.000 milhões de euros na Saúde, Educação e Segurança Social.
O secretário-geral do PS afirmou-se aberto a uma reforma do Estado Social, mas acusou o Governo de pretender triturá-lo e de não ter mandato para cortar 4.000 milhões de euros na Saúde, Educação e Segurança Social.
Estas posições, de acordo com fonte socialista, foram assumidas hoje à noite por António José Seguro na reunião da Comissão Política do PS, que ocorre na véspera de ser recebido em Belém pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
Na reunião à porta fechada, adiantou a fonte, o líder dos socialistas procurou traçar uma linha de demarcação clara face à intenção do Governo de refundar as funções do Estado em Portugal.
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