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Região 10 de outubro de 2012

Familiares dos militares da GNR mortos na A23 estão a receber tratamento psicológico

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Comando-Geral da GNR afirmou hoje que os familiares dos dois militares que morreram na terça-feira, numa colisão entre dois veículos, estão a receber apoio psicológico na Guarda.

O Comando-Geral da GNR afirmou hoje que os familiares dos dois militares que morreram na terça-feira, numa colisão entre dois veículos, estão a receber apoio psicológico na Guarda.

Em comunicado, o Comando-Geral da GNR refere que dois militares do Destacamento de Trânsito da Guarda, de 32 e 33 anos, morreram, na terça-feira à noite, após terem sido atropelados por uma viatura civil na A23, na zona de Belmonte.

Segundo a GNR, os militares encontravam-se na berma da estrada com uma viatura de serviço “devidamente sinalizada a regularizar o trânsito e a suprimir uma das vias” devido a um incêndio florestal que deflagrava junto à A23.

A viatura civil embateu na traseira do carro da GNR e provocou a morte de dois militares e ferimentos graves num terceiro elemento da corporação, de 30 anos, retirado para o Hospital Distrital da Covilhã e transferido posteriormente para os Hospitais da Universidade de Coimbra de Coimbra (HUC), adianta a corporação.

O condutor da viatura civil, de 34 anos, também sofreu ferimentos graves, encontrando-se nos HUC.

A GNR também já confirmou ter recebido na terça-feira uma queixa pelo furto da carrinha que abalroou a viatura da corporação, estando este assalto a ser investigado pelo Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial da GNR de Pinhel.

As circunstâncias em que o acidente ocorreu estão a ser investigadas pelo Núcleo de Crimes de Acidentes de Viação da GNR de Castelo Branco, segundo a GNR.

Entretanto, José Alho, da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG), em declarações à agência Lusa, transmitiu “as condolências às famílias” e elogiou “o trabalhado realizado durante a madrugada pelos psicólogos da guarda” junto dos familiares das vítimas

“É uma profissão de risco e tem de ser olhada pelo Governo com mais atenção”, disse José Alho, alertando que, “devido ao facto do carro ser furtado, as seguradoras não indemnizam”.

Também a Associação Nacional de Guardas (ANAG-GNR) refere que a GNR “está de luto”, adiantando que foi “apenas mais um caso em que os militares foram as vítimas de atos criminosos, más condutas e desrespeito pelas forças de segurança”.

Em comunicado, a ANAG sublinha que o abalroamento de viaturas da GNR tem vindo a aumentar e para travar estas situações “devem ser adotadas as medidas adequadas ao trabalho que desempenham”.

 

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