Por: Diário Digital Castelo Branco
“Esta transformação reconhece o caminho percorrido pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) e abre uma nova etapa de exigência, responsabilidade e ambição. Queremos que cada estudante encontre aqui conhecimento, oportunidades e condições para construir um futuro com realização pessoal e profissional.” afirma, Luís Farinha, futuro reitor da Universidade Politécnica de Castelo Branco.
Com o legado que recebeu de António Fernandes, ex-presidente do IPCB, Luís Farinha, desde da sua tomada de posse, como atual Presidente do IPCB, destacou sempre o início de outra conjuntura territorial de toda a região com a chegada da Universidade Politécnica de Castelo Branco,
“Queremos construir uma Universidade Politécnica profundamente comprometida com os estudantes e com o território, aberta ao país e ao mundo. Uma instituição capaz de transformar conhecimento em oportunidades, inovação e progresso coletivo.”, reiterou esta 3ªfeira, 30 de Agosto, em conferência de imprensa.
Luís Farinha apresentou um novo ciclo da história do IPCB, passando a designar-se, a partir do próximo sábado, 1 de Agosto, como Universidade Politécnica de Castelo Branco no quadro do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.
Luís Farinha apresentou um novo ciclo da história do IPCB, passando a designar-se, a partir do próximo sábado, 1 de Agosto, como Universidade Politécnica de Castelo Branco no quadro do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior.
Mais do que uma mudança de designação, esta transformação reconhece a qualidade, a maturidade e a capacidade científica alcançadas pelo IPCB.
Para os estudantes e para as suas famílias, representa a possibilidade de escolher uma instituição pública com maior projeção nacional e internacional, uma oferta formativa completa e uma relação próxima com as profissões, as empresas e o mercado de trabalho.
A Universidade Politécnica de Castelo Branco continuará a distinguir-se por um ensino de elevada qualidade, orientado para a prática e sustentado na investigação aplicada, no desenvolvimento tecnológico, na inovação e na criação de valor.
Preserva-se, assim, aquilo que define a identidade do IPCB: a proximidade entre estudantes e docentes, o acompanhamento individual, a aprendizagem em contextos reais e a forte ligação às empresas, aos municípios e às instituições da região.
O novo enquadramento reforça a capacidade das universidades politécnicas para oferecerem percursos formativos completos, desde os cursos técnicos superiores profissionais às licenciaturas, mestrados, pós-graduações e doutoramentos.
Um estudante poderá iniciar o seu percurso na Universidade Politécnica de Castelo Branco (UPCB), aprofundar progressivamente os seus conhecimentos e competências e prosseguir a formação até ao mais elevado grau académico, mantendo sempre uma relação próxima com o mundo profissional e com os desafios concretos da sociedade.
A oferta doutoral constitui uma das marcas deste novo ciclo. O IPCB – a partir de agosto, Universidade Politécnica de Castelo Branco -, participa atualmente em três doutoramentos, orientados para áreas estratégicas como a sustentabilidade, as alterações climáticas, a saúde, o desempenho humano, a criatividade, a inovação e o desenvolvimento dos territórios:
• Sustentabilidade Agro-Alimentar e Ambiental
• Ciências do Desporto
• Design para a Inovação Regional
A esta oferta juntam-se formações nas áreas da saúde, engenharias, tecnologias digitais, gestão, educação, artes, design, música, desporto, turismo, ciências agrárias e ambiente, distribuídas pelas seis escolas superiores da UPCB, em Castelo Branco e Idanha-a-Nova.
4949 estudantes
19 ctesp
32 licenciaturas
13 10 pós-graduações + 3 a distância
19 mestrados
3 doutoramentos
520 docentes
233 pessoal técnico, administrativo e gestão
6 uid
Para quem está a escolher um curso superior, o novo estatuto reforça o valor académico e institucional de estudar na Universidade Politécnica de Castelo Branco.
Os estudantes encontram uma instituição de dimensão humana, com acompanhamento próximo, laboratórios e equipamentos especializados, oportunidades de mobilidade internacional, participação em projetos de investigação e contacto direto com empresas e organizações.
Para as famílias, representa uma opção pública de qualidade, inserida num território seguro e acolhedor, com condições favoráveis à integração, ao bem-estar e ao sucesso académico.
No Concurso Nacional de Acesso de 2026, o IPCB disponibiliza 1109 vagas, reforçando a sua capacidade para receber novos estudantes e responder às necessidades de qualificação do país –as candidaturas ao próximo ano letivo são efetuadas ao Politécnico de Castelo Branco.
A nossa ambição é transformar a Universidade Politécnica de Castelo Branco como uma Universidade Politécnica de referência no país, reconhecida pela qualidade da formação, pela relevância da investigação e pela capacidade de transformar conhecimento em soluções concretas.
Fortemente ligada à Beira Baixa, a instituição pretende funcionar como um verdadeiro laboratório vivo de investigação, experimentação e criação de valor, no qual estudantes, docentes, investigadores, empresas, municípios e instituições cocriam respostas para os grandes desafios económicos, sociais, culturais e ambientais.
Esta transformação permitirá reforçar a atração e a fixação de jovens, apoiar a modernização das empresas, estimular o empreendedorismo e desenvolver soluções para áreas como o envelhecimento, a saúde, a transição digital, a sustentabilidade e a coesão territorial.