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País 20 de abril de 2026

Geoparque Naturtejo comemora 20º aniversário no Porto

Por: Diário Digital Castelo Branco

Com uma história construída ao longo de cerca de 600 milhões de anos, o Geoparque Naturtejo Mundial da UNESCO afirma-se hoje como um dos mais relevantes territórios de património natural, cultural e científico em Portugal. Situado no interior da região Centro, integra mais de 5.000 km², sete municípios e mais de 170 geossítios, dos quais 17 geomonumentos de relevância internacional, constituindo um espaço singular onde se cruzam a história da Terra e a presença humana.

Locais emblemáticos como o Parque Icnológico de Penha Garcia, as Portas de Ródão, os Canhões Fluviais do Rio Erges, os meandros do Zêzere, Monsanto ou o Conhal do Arneiro exemplificam a diversidade geológica e paisagística de um território de excepção, reconhecido a nível nacional e internacional como destino de turismo sustentável.

Ao longo de 20 anos, a Naturtejo consolidou o primeiro Geoparque português no mundo como Geoparque Mundial da UNESCO, construindo uma vasta rede de parceiros, criando museus e centros interpretativos, desenvolvendo trilhos na natureza e programas educativos, e contribuindo de forma decisiva para a valorização do interior, do turismo sustentável e da identidade dos territórios. As comemorações dos 20 anos da Naturtejo têm início no dia 22 de Abril, com uma cerimónia a realizar-se entre as 16h00 e as 22h00, no espaço “Aqui há Beira”, no Clube Fenianos Portuenses, no Porto, dando a conhecer ao país um percurso onde a verdadeira riqueza se encontra no interior.

Inserido neste momento comemorativo, será lançado um conjunto de Rotas Turísticas do Geoparque Naturtejo, desenvolvido em estreita articulação com empresários turísticos de todo o território e operadores turísticos de todo o País, com o objectivo de estruturar e promover experiências integradas de natureza, cultura, gastronomia e bem-estar.

A partir do Porto, e no contexto deste lançamento, o Geopark Naturtejo reforça o apelo público lançado pelo Presidente da República, convidando os portugueses a escolherem para férias e visitas os territórios do interior afectados pelos incêndios e pela tempestade Kristin, afirmando o turismo como um acto de solidariedade activa e um instrumento essencial de recuperação económica e social dessas regiões.

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