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Cultura 27 de março de 2026

Marchas Populares da Covilhã regressam ao estádio municipal José Santos Pinto

Por: Diário Digital Castelo Branco/Lusa

As Marchas Populares da Covilhã vão desfilar nos dias 13 e 20 de Junho, trazendo este ano, como novidade, o regresso da segunda noite ao estádio municipal José Santos Pinto, local onde se estrearam há 37 anos.

Organizadas desde 1989 pelo Grupo Desportivo da Mata, em parceria com a Câmara Municipal da Covilhã, as marchas envolvem as associações do concelho e são dos eventos que mais público atrai, reunindo milhares de pessoas nas duas noites de festa.  

O regresso ao Santos Pinto foi avançado pelo presidente do município, Hélio Fazendeiro, indicando que “a primeira noite se mantém no Pelourinho”, no centro da cidade.

Nos últimos anos, “a segunda noite tem decorrido no Complexo Desportivo da Covilhã, mas a mudança para o estádio municipal tem um forte simbolismo, por se tratar de um regresso ao local de origem, indo ao encontro da vontade dos participantes e também do público”.

“Vão ser dois dias de grande cor, brilho e festa no nosso concelho, que representam meses de muito trabalho das nossas associações com a nossa comunidade”, apontou o autarca.

As Marchas Populares da Covilhã, no distrito de Castelo Branco, integram este ano 15 grupos, tantos como no último ano, em que se alcançou este que é o maior número de participações.  

Doze marchas são participantes, nomeadamente o Grupo Desportivo da Mata, o Oriental de São Martinho, a Junta de Freguesia do Tortosendo, o Moto Clube da Covilhã “Lobos da Neve”, a União de Freguesia do Teixoso e Sarzedo, o Académico dos Penedos Altos, o Grupo Desportivo Águias do Canhoso, o Grupo de Educação e Recreio Campos Melo, o Grupo de Instrução e Recreio do Rodrigo, os Leões da Floresta, a Junta de Freguesia de Cantar Galo e Junta de Freguesia da Vila do Carvalho.

Os três grupos restantes são convidados, nomeadamente a Associação Brincar Livre, o ATL do Rodrigo e o Centro de Ativ’Idades.

As marchas recebem um apoio global de 60 mil euros, sendo cinco mil euros para cada marcha participante e 800 euros para as duas primeiras marchas convidadas, pois o Centro de Ativ’Idades não é uma estrutura municipal.

Este apoio foi aprovado, por unanimidade, pelo executivo da Câmara da Covilhã.

As Marchas Populares da Covilhã tiveram um interregno em 2006, tendo sido retomadas uma década depois, em 2016.

A pandemia causada pelo Covid-19 obrigou à suspensão das marchas em 2020 e 2021, tendo voltado em 2022, com seis grupos, número que atingiu os 15 no ano passado e que se mantém este ano.

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