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Região 29 de janeiro de 2026

Urgência do Hospital Pêro da Covilhã reforça Prevenção da Violência a partir de Fevereiro

Por: Diário Digital Castelo Branco/Lusa

A Urgência do Hospital Pêro da Covilhã, na Covilhã, vai passar a ter em permanência, um elemento da GNR, anunciou o presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde (ULS) da Cova da Beira.

João Gomes deu conta da novidade na segunda-feira, no final de uma sessão de um ciclo de formações sobre Prevenção da Violência no Setor da Saúde.

“Este reforço da segurança na prestação de cuidados de saúde representa um avanço significativo na proteção de quem trabalha e de quem recorre aos serviços de saúde, contribuindo para a criação de um ambiente de trabalho mais seguro, tranquilo e humanizado”, sublinhou o presidente da ULS da Cova da Beira.

Com a presença em permanência da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Urgência, uma das principais “portas de entrada” nos cuidados de saúde, a ULS da Cova da Beira, sediada na Covilhã, reitera que quer “reforçar, de forma clara e inequívoca, o compromisso com a segurança, o bem-estar e a valorização dos profissionais, consolidando uma cultura organizacional assente na prevenção, na proteção e no respeito por quem diariamente cuida da comunidade”.

Será o primeiro serviço de urgência do distrito de Castelo Branco a avançar com esta decisão, como resultado prático destas ações de formação, enquadradas no Plano de Ação para a Prevenção da Violência no Setor da Saúde (PAPVSS), uma estratégia nacional do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “orientada para a promoção de ambientes laborais mais seguros e para a salvaguarda dos profissionais de saúde”, tal como explica a ULS em comunicado.

O alferes João Horta, do Destacamento Territorial da GNR da Covilhã, coordenou as sessões, onde teve como mote “capacitar os profissionais para a prevenção, identificação e gestão de situações de violência, promover comportamentos seguros em contexto laboral e reforçar a articulação entre a ULS da Cova da Beira e as forças de segurança”.

Foi ainda destacada “a importância do registo sistemático das ocorrências enquanto instrumento fundamental de monitorização e prevenção”.

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