Castelo Branco: APA deixa rio Ocreza sem “caudal ecológico”

O rio Ocreza, afluente do rio Ponsul que deságua no  rio Tejo, parece uma cloaca com a água preta e cheia de matérias em suspensão, com um aspeto  mesmo podre. Antes, a delegação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de Castelo Branco, autoridade máxima do ambiente, entendia ser útil deixar ao rio um pequeno caudal chamado “caudal ecológico”. 

  • Região
  • Publicado: 2025-08-29 18:05
  • Por: José Ambrósio

Parece que agora, caiu em desuso, e a APA de Castelo Branco abriu a comporta da Barragem de Santa Águeda (Marateca) por dois dias para subir o caudal e voltou a fechar, tendo o rio ficado com o aspeto que se pode observar nas fotografias.

Verifica-se que a água está putrificada onde até as pedras estão azul/escuro. “Será que ninguém vê a situação  com inteligência de um ser humano?” Pergunta a pessoa que fez a denúncia ao Diário Digital Castelo Branco.

Os abundantes cágados ali existentes, andam em uma vinha contígua ao rio a caçar ratos, já que os peixes adultos morreram, assim como os lagostins também lá existentes.

De referir que rio Ocreza, também por vezes referido como ribeira de Ocreza é um rio que nasce perto da localidade de Casal da Serra na freguesia de São Vicente da Beira serra da Gardunha, a 1160 m de altitude, a Oeste de Castelo Novo e desagua no rio Tejo, a jusante da barragem do Fratel, a 12 quilómetros desta localidade, servindo de fronteira entre esta freguesia do município de Vila Velha de Rodão de e a freguesia de Envendos, concelho de Mação

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