O rio Ocreza, afluente do rio Ponsul que deságua no rio Tejo, parece uma cloaca com a água preta e cheia de matérias em suspensão, com um aspeto mesmo podre. Antes, a delegação da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de Castelo Branco, autoridade máxima do ambiente, entendia ser útil deixar ao rio um pequeno caudal chamado “caudal ecológico”.
Parece que agora, caiu em desuso, e a APA de Castelo Branco abriu a comporta da Barragem de Santa Águeda (Marateca) por dois dias para subir o caudal e voltou a fechar, tendo o rio ficado com o aspeto que se pode observar nas fotografias.
Verifica-se que a água está putrificada onde até as pedras estão azul/escuro. “Será que ninguém vê a situação com inteligência de um ser humano?” Pergunta a pessoa que fez a denúncia ao Diário Digital Castelo Branco.
Os abundantes cágados ali existentes, andam em uma vinha contígua ao rio a caçar ratos, já que os peixes adultos morreram, assim como os lagostins também lá existentes.
De referir que rio Ocreza, também por vezes referido como ribeira de Ocreza é um rio que nasce perto da localidade de Casal da Serra na freguesia de São Vicente da Beira serra da Gardunha, a 1160 m de altitude, a Oeste de Castelo Novo e desagua no rio Tejo, a jusante da barragem do Fratel, a 12 quilómetros desta localidade, servindo de fronteira entre esta freguesia do município de Vila Velha de Rodão de e a freguesia de Envendos, concelho de Mação
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