Por: Diário Digital Castelo Branco
O espetáculo de teatro “Toadas de cá e d’Além da Ponte – O duelo entre Adolpho Fundão e Águeda Portella”, produzido pela associação Memórias Genuínas e Águeda Vintage, vai realizar-se, no dia 17 de Junho de 2022, às 21:30 horas, no Parque Verde, no Fundão.
Este teatro será acompanhado de música que terá como intérpretes a Orquestra Águeda Vintage, Coro Águeda Vintage, Orquestra Típica de Águeda, Grupo Coral do Rancho dos Três Povos, Grupo Coral da Soalheira, Sociedade Filarmónica Silvarense, Banda Filarmónica Perovisense, Filarmónica União de Santa Cruz – Aldeia Nova do Cabo e Escola do Bombo – Souto da Casa.
Nesta peça de teatro assiste-se “a um duelo entre Adolpho Fundão e Águeda Portella, em que cada um regateia para si ser a fonte de inspiração do autor, esgrimindo os melhores adjetivos para a qualidade artística da sua obra, que vem desde os tempos de estudante em Coimbra”.
Adolfo Rodrigues da Costa Portela nasceu no lugar de Além da Ponte, em Águeda, a 16 de agosto de 1866. “De personalidade multifacetada, foi poeta, músico, compositor, dramaturgo, tradutor, crítico literário, contista, ensaísta, jornalista, professor, advogado, tesoureiro da Fazenda Pública (em Águeda e no Fundão), administrador dos concelhos de Guarda e Castelo Branco e filantropo, tendo estado ligado, tanto em Águeda, como no Fundão, terra natal da sua esposa, ao surgimento de diversas associações e instituições e desenvolvido inúmeras iniciativas de âmbito cultural e social. Monárquico convicto, acabou ostracizado devido às suas convicções políticas. Após a Implantação da República, fixa-se no Fundão, onde vem a falecer a 17 de novembro de 1923, com 57 anos”.
A obra artística de Adolfo Portela, “seja ela do foro musical, poético ou dramatúrgico, reflete o seu amor, tanto pela terra que o viu nascer e crescer, como pela terra que adotara como sua e que o viu morrer”.
Com ideia original e direção artística de Rogério Fernandes, esta peça de teatro conta com interpretação de Eduardo Dias, Ângelo Castanheira e Joel Reis; arranjos musicais e direção musical de Rogério Fernandes; dramaturgia e encenação de Eduardo Dias; direção técnica e som de José Vilão; desenho de luzes de Denys Sasha; fotografia de Mário Abreu; logística de Helena Pereira.
Este espetáculo conta com os apoios de DGArtes – Direção Geral das Artes. Câmara Municipal de Águeda e Câmara Municipal do Fundão.
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