Proença-a-Nova: Menina dos Medos” e “Magma Cellar” enriquecem Roteiro das Artes do concelho

O Roteiro das Artes do concelho de Proença-a-Nova vai receber duas novas obras de arte na paisagem, em implementação nas aldeias de Sobral Fernando e de Cunqueiros, que vão ser inauguradas nos dias 15 e 22 de maio, respetivamente.

  • Cultura
  • Publicado: 2021-04-09
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

A primeira, a Menina dos Medos - uma obra figurativa em alumínio, nascerá no “escalão”, um penedo localizado entre a encosta da aldeia e as Portas de Almourão, junto ao Rio Ocreza. Quanto à “Magma Cellar”, uma obra cónica de dois metros de altura revestida com peças de xisto piro-expandido, será apoiada na estrutura de uma das pontes da aldeia de Cunqueiros. “Desde há vários anos que o Município se encontra a enriquecer o Roteiro das Artes no concelho, com obras de arte pública dispersas por vários pontos, nomeadamente nas vilas de Proença-a-Nova e Sobreira formosa, em São Pedro do Esteval, Maljoga e, mais recentemente, na Serra das Talhadas com a obra Farol dos Ventos”, refere João Lobo, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova. 

Para o autarca, o investimento no Roteiro das Artes “integra-se numa estratégia municipal que vê a cultura como fator preponderante da sociedade, com capacidade de atração de novos públicos e de valorização das nossas comunidades, destacando o nosso património imaterial e traduzindo por esta via o potencial do nosso território, promovendo a sua visitação e o trilhar de caminhos na natureza procurando sempre descobrir mais”. Se a obra “O Farol dos Ventos” resulta de um projeto conjunto com os municípios da Sertã e de Oleiros, apoiado pela Direção Regional de Cultura do Centro e pela DGARTES, as duas novas peças resultam de um investimento do Município, desenvolvidas pela MAG - Marques de Aguiar, Arquitetura e Urbanismo, equipa que também esteve no projeto Cortiçada Art Fest. 

Na perspetiva do atelier, “procura-se que a Menina dos Medos concorra para uma reapropriação do lugar pelos seus habitantes e pelos que exploram a região, através da perceção da delicadeza na desordem, da escala humana no excesso das memórias geológicas”. No caso da Magma Cellar, o local escolhido para a sua implementação “simboliza o lugar do encontro, o polo aglutinador dos seus conterrâneos que procuram o regresso às origens”. As peças estão a ser desenvolvidas em conjunto com a população.

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