Fundão: Alternativa para os profissionais em teletrabalho nas Casas de Alpedrinha

Localizado na encosta sul da Serra da Gardunha, o espaço possui vários serviços e uma estrutura que possibilita o exercício de actividades. 

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  • Publicado: 2021-04-09
  • Autor: Diário Digital Castelo Branco

A pandemia relacionada à Covid-19 apresentou muitos desafios a serem enfrentados pela sociedade moderna. Um deles está directamente ligado ao quotidiano: as empresas precisaram reinventar-se e o modelo tradicional de trabalho foi modificado. 

A necessidade de praticar o distanciamento social tornou o regime de teletrabalho uma realidade estabelecida, com os profissionais a desenvolver as actividades a partir de casa ou de outro sítio que não fosse a sede da companhia. Apesar das inúmeras dificuldades, a situação abriu possibilidades para que os trabalhadores pudessem refugiar-se em diferentes regiões do país – muitas delas, menos atingidas pelos reflexos da pandemia, quando comparadas a cidades como Porto e Lisboa, inclusive em razão do menor contingente populacional.

O interior de Portugal tornou-se um refúgio para trabalhadores – com inclusão daqueles sem qualquer vínculo com as regiões mais remotas do país. Para alguns, incialmente parecia um desafio encontrar lugares aparentemente isolados, em meio à natureza e que, ainda assim, tivessem a estrutura capaz de atender às demandas básicas – como, por exemplo, Internet de qualidade. Mas, alguns estabelecimentos, como as Casas de Alpedrinha, mostraram que isso é possível.

Localizado no concelho do Fundão, as Casas de Alpedrinha apresentam um espaço apropriado, que pode ser utilizado tanto para descanso e férias, quanto para a realização de trabalho remoto. O empreendimento fica na Vila de Alpedrinha, em ambiente rural, bem no coração da Beira Baixa. Ao todo, abrange 10 casas de campo em dois formatos: todas tem sala com lareira, cozinha, banheiro e jardim privativo; contudo os hóspedes podem escolher entre a opção com uma suíte, ou, então com quartos – e capacidade para receber até 4 pessoas, com todo o conforto e em contacto com a natureza. 

O ambiente conta ainda com piscina (aberta nos meses de verão), bar e terraço, restaurante, campo de ténis e vista panorâmica, lavanderia e serviços essenciais. Ainda que seja um ambiente rural, apenas 15 minutos de caminhada separam os visitantes das mercearias e o comércio local, o que constitui uma infraestrutura para garantir a comodidade aos que preferem fazer as compras do dia ou da semana, sem a necessidade de um carro. 

Segundo Luís Sá Pereira, Managing Partner das Casas de Alpedrinha, a intenção com a expansão do atendimento às empresas e aos funcionários em teletrabalho, é tornar acessíveis os serviços proporcionados pela marca, a partir de valores ajustados conforme o tempo de hospedagem (que pode ser de dias ou até de meses). “Trabalhadores autónomos ou até funcionários de corporações, podem se beneficiar do nosso espaço. E, às empresas, a intenção é de que seja admissível a negociação de pacotes formatados de acordo com as diferentes necessidades”, destaca Pereira. 

 

No contexto pandémico, o trabalho remoto surge como uma opção para a minimização dos impactos resultantes da Covid-19. Outro ponto relevante é a oportunidade para que as comunidades locais, especialmente do interior, se dinamizem por meio da vinda de pessoas de grandes centros urbanos, que estão em busca de um estilo de vida condizente com o atual momento. Desta maneira, a interação e a utilização de serviços e produtos de determinada região do país, também acaba por promover o comércio e os diversos negócios. 

Um refúgio de encantos e possibilidades: assim são as Casas de Alpedrinha, que formam um projecto de incentivo ao desenvolvimento turístico regional e de apoio aos negócios da Beira Baixa. No Centro de Portugal, rumo às 'Aldeias de Xisto' e às 'Aldeias Históricas de Portugal', muitos tesouros poderão ser descobertos.

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