Covid-19/Natal-2020: Chama de Belém chega a Castelo Branco vinda de Vila Real

Numa igreja portuguesa situada na cidade de Vila Real, região do Alto Douro, a chama que lhe chegou vinda de Belém (Palestina/Cisjordânia) no ano passado, nunca se apagou e foi aí que uma delagação da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, acendeu a “Luz da Paz” em cerimónia nacional, este ano. 

 

  • Cultura
  • Publicado: 2020-12-21
  • Autor: José António Baleiras

A chama ateada em Belém, e que já percorreu um total de cinco mil e seiscentos quilómetros sem nunca se apagar, chegou este Domingo, dia 20 de Dezembro, à Igreja de Nossa Senhora do Valongo, bairro albicastrense com o mesmo nome, para que os crentes também a levem para casa nesta época do advento.  

Devido à atual Pandemia-Covid-19, não foi possível ao Agrupamento 160 do Corpo Nacional de Escutismo Católico Português de Castelo Branco levar até às igrejas da comunidade católica albicastrense a chama, símbolo do Natal para escuteiros de todo o mundo vinda de Belém, mas sim da cidade de Vila Real. À semelhança dos últimos anos, este passado fim de semana, o Agrupamento distribuiu a “Luz da Paz de Belém” em todas as igrejas de Castelo Branco, chama representativa do Natal,

De recordar que desde 1989 que a Televisão Publica austríaca, em conjunto com os escuteiros e guias austríacos, elegem uma criança que transporta todos os anos a luz (Chama) desde Belém (Palestina/Cisjordânia) até à capital daquele país. Esta criança desloca-se até à gruta de Belém e recolhe a chama que será transportada até Viena, onde se realiza uma cerimónia religiosa de intenso simbolismo na qual a chama é partilhada por delegações de escuteiros de vários países.

É a esta cerimónia que o Corpo Nacional de Escutas Católico Português já se associa há muito tempo com o objetivo de trazer a chama para Portugal.  “Unidos na Luz, Unidos na Esperança” é o lema que os escuteiros de todo o mundo receberam e vão distribuir a Luz da Paz de Belém a todos quantos a queiram receber em suas casas, no seio das suas famílias.

Neste ano diferente, as celebrações e tradições natalícias serão adaptadas às contingências que a Direção Geral de Saúde (DGS) impõem, e a chama carregada de simbolismo que acendia os madeiros, este ano, não o vai fazer.

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