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Região 27 de abril de 2018

Assembleia Municipal de Castelo Branco recordou 25 de Abril

Por: Diario Digital Castelo Branco

A Assembleia Municipal de Castelo Branco não quis deixar para trás a efeméride da Revolução dos Cravos. 44 anos após o 25 de Abril de 1974, Arnaldo Brás, presidente da Assembleia Municipal de Castelo Branco, salientou a evolução não só de Portugal, mas principalmente de Castelo Branco com um forte "desenvolvimento económico, cultural e social".

A Assembleia Municipal de Castelo Branco não quis deixar para trás a efeméride da Revolução dos Cravos. 44 anos após o 25 de Abril de 1974, Arnaldo Brás, presidente da Assembleia Municipal de Castelo Branco, salientou a evolução não só de Portugal, mas principalmente de Castelo Branco com um forte "desenvolvimento económico, cultural e social".  

"Éramos um país atrasado, agora somos um país diferente, que se deve ao esforço dos portugueses. Castelo Branco é um bom exemplo de desenvolvimento sociopolítica", referiu Arnaldo Brás, na sessão solene.  

O presidente da Assembleia Municipal de Castelo Branco, aproveitou ainda a ocasião para apelar aos jovens a valorizar "os valores de Abril", que "é preciso manter".  

A representante da CDU recordou a "heróica luta" dos revolucionários, sendo, na sua ótica, crucial "retomar Abril". Temas como a poluição no Rio Tejo, falta de melhoramentos nos espaços públicos Albicastrenses e encerramento de extensões de saúde foram levantados pela deputada Catarina, da CDU.  

"Há freguesias que já tiveram tudo e agora não têm nada", sustentou.  

Porém, a poluição no Rio Tejo foi um assunto também recordado por José Ribeiro, do Bloco de Esquerda, que não esqueceu igualmente Almaraz, "que continua de pé" e o flagelo dos incêndios. Nesta sessão, o representante do Bloco de Esquerda não esqueceu um dos temas mais sensíveis da região: a desertificação.  

"A desertificação tem sido fomentada com políticas sem nexo", avançou.  

Uma opinião partilhada por José Alberto Duarte, do PSD, que afirmou que a desertificação é um problema "que teima em ganhar cada vez mais dimensão". Depois de recordar a forma como viveu Abril de 74, o deputado social-democrata, aproveitou a ocasião para apelar ao voto, um dos direitos ganhos com a revolução, pois mostrou-se preocupado com a elevada taxa de abstenção. Lembra que é eleito com o voto do povo, e por isso, aproveitou para deixar uma mensagem às restantes bancadas parlamentares, principalmente ao PS.  

"Sempre que apontamos propostas, são sempre rejeitadas. Mas se julgam que essa postura nos pára, estão muito enganados".    O CDS-PP, através de Francisco Martins, aproveitou para apelar à população para participar mais, "quer pelo voto, quer pela ação política mais efetiva, pois só assim poderemos melhorar a nossa qualidade de vida, e lutar por um Portugal maior".  

"O país necessita de vós, e Castelo Branco abraçará com entusiasmo o vosso contributo", acrescentou.  

O poder local foi outra das conquistas de Abril, que nesta sessão foi recordada por Hélder Henriques, deputado do PS. Por isso, não quis deixar de relembrar o trabalho feito por antigos presidentes do município Albicastrense, nomeadamente Joaquim Morão.  

"Foi o grande obreiro da região sempre com o objetivo de desenvolver a região", disse, garantindo que "os Albicastrenses podem sempre contar com o PS", estando a obra "à vista de todos".  

E foi em relação às obras e às estratégias da autarquia, que Luís Correia, presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, discursou na sessão salientando a aposta na cultura. "A cultura é a chave para conhecimento. A câmara municipal de Castelo Branco tem apostado tanto na cidade como nas freguesias. Não devemos esquecer o trabalho feito na programação cultural, na dinamização turística e no desenvolvimento do concelho", destacou o autarca.  

O edil aproveitou ainda para falar sobre a exposição inaugurada no mesmo dia, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, denominada por Ilustrarte. Patente até 2 de setembro, esta é uma exposição fruto de um concurso de ilustração infantil, tendo participado mais de três mil artistas de 105 países. 

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