Por: Patrícia Calado
Os vereadores do PSD da Câmara Municipal de Castelo Branco, Carlos Almeida e Hugo Lopes, acreditam que é crucial a criação de um regulamento, "com definição de regras claras e transparentes na atribuição de subsídios".
Os vereadores do PSD da Câmara Municipal de Castelo Branco, Carlos Almeida e Hugo Lopes, acreditam que é crucial a criação de um regulamento, "com definição de regras claras e transparentes na atribuição de subsídios", pois acusam a autarquia de atribuir subsídios sem "ter como princípio base qualquer critério qualitativo ou quantitativo".
Em conferência de imprensa realizada na quinta-feira, os vereadores sociais-democratas, garantiram que não estão contra a atribuição de subsídios às associações do concelho, porém querem que haja regras para a atribuição dos mesmos.
Hugo Lopes informou que em nove reuniões do executivo, foram atribuídos 1 milhão e 350 mil euros, ou seja, em quatro meses e meio foram dados financiamentos a 100 associações do concelho.
"Quando estamos a atribuir subsídios, não seria mais fácil haver regras? Não estamos contra a atribuição de subsídios, mas se houver regras seria muito mais fácil. Isto é dinheiro público. Estamos num livre arbítrio. Há que definir prioridades e assumir perante o eleitorado", explicou Hugo Lopes.
Carlos Almeida foi ainda mais longe e avisou que há "alguns dirigentes que se sentem injustiçados".
Posto isto, os vereadores do PSD tomaram a decisão de reportar esta situação ao Tribunal de Contas, pois entendem que este método reflete-se numa "má utilização dos dinheiros públicos". Além disso, acreditam que os socialistas nunca iriam aprovara proposta em Assembleia Municipal, "verificando que ali não haveria abertura", tendo por isso tomado a decisão de escrever para o Tribunal de Contas.
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet