Por: Diario Digital Castelo Branco
Dezenas de crianças internadas nas pediatrias de hospitais em Portugal elaboraram desenhos para ilustrar o livro “Marinheiros da Esperança”, elaborado no âmbito das comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa.
Dezenas de crianças internadas nas pediatrias de hospitais em Portugal elaboraram desenhos para ilustrar o livro “Marinheiros da Esperança”, elaborado no âmbito das comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa.
O livro contou também com a participação de crianças internadas na Pediatria do Hospital Amato Lusitano de Castelo Branco e a apresentação oficial, para as Pediatrias no Continente foi no passado dia 26 de Fevereiro, no Estado Maior da Armada, no seguimento de Convite enviado a todos pelo Gabinete do Senhor Chefe do Estado Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro.
Os autores do projeto foram Ana Maria Príncipe, Emília Dias da Costa, Francisco Espregueira Mendes e Miguel Marques que aproveitaram a criatividade das crianças para criar um livro com informação sobre a história da Marinha. “Atendendo ao facto da Marinha Portuguesa, ao longo da sua história, ter conseguido transformar Cabos das Tormentas em Cabos da Boa Esperança e ao contexto de fragilidade e de necessidade de motivação extra que estas crianças vivem, decidimos batizar este livro de „Marinheiros da Esperança‟.
Pela forma como os olhos das crianças das pediatrias do Serviço Nacional de Saúde brilharam durante a elaboração dos desenhos, incluídos no livro „Marinheiros da Esperança‟, acreditamos que a primeira missão deste livro, de ensinar e de motivar, foi já cumprida”, contam os autores do projeto.
Para replicar, em cada criança, o efeito positivo e motivador deste livro existe um espaço para todas elaborarem os seus desenhos sobre as histórias dos navegadores portugueses.
O livro já foi entregue ao Presidente da República e ao Chefe de Estado-Maior da Armada, que também escreveram o prefácio do livro. “Um abraço feito do tamanho do mundo, que percorremos em verdadeiras cascas de noz, é o que merecem, com profunda gratidão, os autores, as famílias, os profissionais de saúde que tornaram possível os „Marinheiros da Esperança‟. Um abraço feito, também, de Esperança. Na vossa capacidade de resistir, no vosso futuro, no futuro do nosso Portugal”, escreveu Marcelo Rebelo de Sousa.
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