Introduza pelo menos 5 caracteres.
img
Região 16 de novembro de 2017

Proença-a-Nova: Compotas, vinagres e conservas aproveitam alimentos excedentários

Por: Diario Digital Castelo Branco

O Centro Ciência Viva da Floresta dinamizou a “Oficina de compotas, chutneys, vinagres e conservas de fruta”, uma iniciativa orientada por Mónica Pereira e bastante participada.

O Centro Ciência Viva da Floresta dinamizou a “Oficina de compotas, chutneys, vinagres e conservas de fruta”, uma iniciativa orientada por Mónica Pereira e bastante participada.

Desde a antiguidade, desde que o homem se conhece, que tenta preservar o que tem, por exemplo a caça ou a pesca, em salmoura ou em outras formas de conservação. O açúcar é uma forma de conservação e é muito difícil nós fazermos uma conserva light porque não vai durar e, efetivamente, nessa situação teremos que usar outro tipo de conservantes” referiu a formadora.

Utilizando métodos tradicionais na realização das compotas e dos outros produtos desenvolvidos, Mónica Pereira revela que há lugar para a inovação: “a ideia é irmos incluindo especiarias e ervas aromáticas que não são tão comuns e tão presentes nos sabores tradicionais, mas que temos na natureza e que podemos conjugar pois harmonizam-se muito bem”. Adicionalmente, a formadora explicou todos os passos para a preservação das compotas e das conservas pois existem vários problemas que podem ocorrer: “por exemplo, se deixarmos passar o ponto do açúcar ele pode cristalizar, ou se não atingirmos o ponto certo as conservas podem ganhar bolores, ou na parte da esterilização dos frascos. São coisas pequenas que geram dúvidas, as pessoas questionam-se e que quando corrigidas fazem a diferença”.

Partilhar:

Relacionadas

© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet

Link copiado!