Por: Diario Digital Castelo Branco
A deputada do PS Hortense Martins, eleita pelo círculo de Castelo Branco, questionou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas sobre a previsão de arran A deputada do PS Hortense Martins, eleita pelo círculo de Castelo Branco, questionou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas sobre a previsão de arranque e término da obra da linha da Beira Baixa, “projeto que estava parado há uma década e que agora vai ser retomado”. que e término da obra da linha da Beira Baixa, “projeto que estava parado há uma década e que agora vai ser retomado”.
A deputada do PS Hortense Martins, eleita pelo círculo de Castelo Branco, questionou o ministro do Planeamento e das Infraestruturas sobre a previsão de arranque e término da obra da linha da Beira Baixa, “projeto que estava parado há uma década e que agora vai ser retomado”.
Durante a audição de Pedro Marques no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2018, Hortense Martins salientou que a conclusão da eletrificação desta linha “não é só importante em termos regionais, mas também em termos de ligação ao corredor norte e à ligação internacional”. O governante explicou à deputada socialista que se espera que o concurso seja ainda lançado este mês e que a obra arranque no primeiro trimestre de 2018, tendo como prazo de execução previsto sensivelmente um ano, ou seja, estará concluída no primeiro trimestre de 2019.
Os incêndios e a recuperação das áreas atingidas foi outro assunto onde recaiu a atenção da deputada do PS, que sublinhou a importância do Ministério liderado por Pedro Marques tanto na promoção do desenvolvimento, como na promoção da coesão social e territorial. Deste modo, Hortense Martins insistiu na “necessidade de uma resposta rápida no terreno no apoio às habitações, à atividade económica e ao tecido económico e social”.
Neste aspeto, o secretário de Estado Nelson de Souza informou que está a ser preparado um plano de valorização do pinhal interior, que dará uma visão mais a prazo de uma intervenção mais estruturada a favor da densificação e do desenvolvimento económico, orientado para o desenvolvimento territorial dos concelhos afetados.
Quanto à urgência dos apoios, anunciou que nos últimos 15 dias foi realizado muito trabalho, nomeadamente a criação do sistema de apoios à reposição dos meios produtivos, importante para fazer face à destruição de empresas e atividades económicas, tendo sido estabelecidos apoios diferenciados consoante o montante superior ou inferior a 200 mil euros.
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