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Região 26 de outubro de 2017

Proença-a-Nova: Cozinha sem sal serviu de mote à 8ª Oficina do Bioaromas

Por: Diario Digital Castelo Branco

Cozinhar sem sal foi o desafio lançado pelo Chef Rui Lopes na 8ª Oficina do Projeto Bioaromas, realizada a 20 de outubro no CCV da Floresta, e que teve como tema “As plantas Aromáticas e Medicinais na Alimentação – culinária sem sal”.

Cozinhar sem sal foi o desafio lançado pelo Chef Rui Lopes na 8ª Oficina do Projeto Bioaromas, realizada a 20 de outubro no CCV da Floresta, e que teve como tema “As plantas Aromáticas e Medicinais na Alimentação – culinária sem sal”.

Uma sopa de legumes, um fricassé de frango com especiarias, um prato de peixe espada preto com broa e frutos secos e uma sobremesa de marmelo ensopado com calda de especiarias e hortelã fresca foram as propostas apresentadas pelo Chef, todas com um ponto em comum: ausência total de sal.

O sal, a gordura e o açúcar são os três aromas que dominam a indústria alimentar atual e são responsáveis por grande parte das doenças cardiovasculares. A nossa alimentação evoluiu nos últimos 100 anos, alterando as nossas pupilas gustativas para o domínio de uma alimentação processada, excessiva sobretudo em sal.  Apesar de ser difícil reeducar os nossos hábitos alimentares, é possível reaprendendo a cozinhar com várias técnicas que ajudam a ajustar progressivamente o nosso paladar a uma nova alimentação, mais saudável. Usar ervas e especiarias, são algumas dessas técnicas e o Chef Rui Lopes mostrou que não é difícil evoluir para uma dieta sem sal, basta “algum atrevimento, tudo o resto é aprendizagem”, afirma.

A opinião da maioria dos participantes foi unânime na hora de provar os diversos pratos apresentados que, sem sal, eram igualmente saborosos, mesmo a salada que foi temperada com salicórnia, uma planta conhecida por "sal verde" ou "espargo do mar", devido à sua semelhança aos espargos verdes, e que pode ser um ótimo substituto do sal, aplicada em saladas frescas.

A 8ª Oficina do Projeto Bioaromas realizou-se no Centro de Ciência Viva da Floresta, assinalou, pelo oitavo ano consecutivo, o Dia Mundial da Alimentação, promovido pela Organização das Nações Unidades para a Alimentação e Agricultura e que serve para alertar para a importância de uma alimentação saudável para todos.  

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