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Região 10 de outubro de 2017

Proença-a-Nova: Jovem aderiram à Noite Europeia dos Investigadores

Por: Diario Digital Castelo Branco

O jovem investigador André Alves Dias, esteve no Centro Ciência Viva da Floresta a falar de sustentabilidade e da forma como podemos utilizar os nossos recursos naturais (caso da madeira de pinheiro bravo, a cortiça e outros) na construção civil, reduzindo o impacto na natureza e as emissões de carbono resultantes do processo de transformação que envolve a utilização de materiais como o betão, o aço, as argilas e alguns derivados da madeira. 

O jovem investigador André Alves Dias, natural de Proença-a-Nova e residente na aldeia de Vale da Mua, esteve no Centro Ciência Viva da Floresta a falar de sustentabilidade e da forma como podemos utilizar os nossos recursos naturais (caso da madeira de pinheiro bravo, a cortiça e outros) na construção civil, reduzindo o impacto na natureza e as emissões de carbono resultantes do processo de transformação que envolve a utilização de materiais como o betão, o aço, as argilas e alguns derivados da madeira.

O nosso convidado realizou uma apresentação muito apreciada pelo público presente, o que possibilitou diversas intervenções e um permanente diálogo que permitiu esclarecer, de forma simples, a importância que o trabalho dos cientistas tem para a sociedade”, refere Vitor Bairrada, coordenador do CCV da Floresta. A apresentação foi feita no âmbito da Noite Europeia dos Investigadores, projeto financiado pela Comunidade Europeia que visa aproximar os cientistas da sociedade e dos cidadãos, que se realizou a 29 de setembro.

André Alves Dias, que frequenta o Doutoramento de Engenharia Civil na Universidade de Coimbra com o Tema: “Life-Cycle Assessment of Timber Structure, trabalha no SerQ - Centro de Inovação e Competências da Floresta. É bolseiro de investigação no projeto: "Resina +", financiado pela Empresa Pedrosa e Irmãos Lda, no âmbito do qual realizou um programa de pesquisa, desenvolvimento e experimentação de um método alternativo de resinagem.

Ainda no âmbito da Noite Europeia dos Investigadores, “promovemos visitas à Eco-casa da Floresta, construímos modelos que aproveitam as energias renováveis para a produção de energia elétrica e movimento, captadores de água da chuva, cozinha solar e outras atividades que apelavam a uma maior consciência para os comportamentos a adotar em face das alterações climáticas que estamos a enfrentar e que no futuro se poderão agravar se nada fizermos”, acrescenta Vitor Bairrada.

Quanto às atividades futuras do Centro, no dia 20 de outubro realiza-se mais uma oficina sobre a utilização das plantas aromáticas e medicinais na alimentação, dinamizada pelo Chef Rui Lopes, com o tema “Culinária Sem Sal”. Segundo a Direção Geral de Saúde, a “utilização de ervas aromáticas na redução da ingestão de sal na dieta poderá influenciar dupla e positivamente a saúde, quer pela redução da quantidade de sal nos alimentos, quer pelas propriedades benéficas que apresentam para a saúde”. Nesta oficina, o chef Rui Lopes irá mostrar quais as ervas aromáticas mais aconselhadas para temperar os pratos e assim reduzir a ingestão de sal. No final haverá degustação.

No dia 4 de novembro, decorrerá uma oficina de “compotas, chutneys, vinagres e conservas de fruta da estação”, sob a orientação da formadora Mónica Pereira, que irá mostrar como se pode conservar, fazer compotas e chutneys com a fruta da época, muito mais saborosa e barata e que certamente vai fazer as delícias de todos durante o resto do ano.

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