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Região 15 de setembro de 2017

Castelo Branco: BE quer um "polis" para a zona histórica

Por: Cristina Valente

O Bloco de Esquerda (BE) entende que a Zona Histórica do Castelo merece na próxima legislatura, maior atenção do futuro executivo Municipal.

O Bloco de Esquerda (BE) entende que a Zona Histórica do Castelo merece na próxima legislatura, maior atenção do futuro executivo Municipal.

"Se queremos combater o despovoamento e envelhecimento desta zona; o abandono e o estado de degradação de alguns edifícios privados; se queremos manter as pessoas que aqui vivem; trazer pessoas para morarem nesta zona;  cativar turistas, temos de procurar, desenvolver e aplicar medidas políticas direcionadas a esta zona histórica, não de forma casual e pontual" afirmam os candidatos do Bloco de Esquerda, que escolheram o cima da Rua D'Ega para dar a conhecer as suas propostas para aquela zona.

"Defendemos uma política de forma consequente e estruturada, criando-se uma verdadeira intervenção integrada de requalificação urbana e de valorização ambiental, como o foi, em certa medida, o Programa Polis" adianta Luís Barroso.

Os candidatos do BE afirmam que é preciso que a autarquia impulsione a reabilitação urbana na zona, com medidas como a isenções e redução de taxas, procurando comprar e reabilitar, para arrendar a preços apoiados, e até tomar pose administrativa das habitações devolutas e degradas, depois de esgotadas todas as formas de informação e negociação para a sua reabilitação.

Luís Barroso lembra que "existem disponibilidades financeiras no quadro do Pro Centro 2014 – 2020 e do PROABITA, e de outros programas para reabilitação de edifícios, que podem ser contratualizados com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana".

Para os bloquistas "não podemos ter património histórico cuidado a conviver com espaços em mau estado e habitações devolutas e degradadas". Por isso sugere a requalificação de espaços como os envolventes ao Museu Cargaleiro, a requalificação do jardim existente junto à Igreja de Santo António, dar outra “vida” ao poço na parede exterior da Igreja de Santo António, enquadrando-o na rota dos diversos patrimónios de água da cidade e do concelho.

 Importante também para o bloco, por uma questão estética era "eliminar as linhas aéreas de energia elétrica, retirar as antenas de telecomunicações do castelo, assim como requalificar a Igreja de Santa Maria do Castelo" afirma Luís Barroso.

Os candidatos lembram que foram criados alguns espaços de “repouso”, que deverão ser multiplicados e os que existem conservados, preservados e utilizados para atividades culturais de valorização da zona histórica.

 

 

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