Por: Cristina Valente
Dezenas de enfermeiros juntaram-se em frente ao Hospital Amato Lusitano, em sinal de protesto. Com roupas pretas e exibindo algumas palavras de ordem, como "Juntos somos mais fortes" e "Basta" estes profissionais de saúde prometem lutar pelos seus direitos, "apesar de todas as pressões".
Centenas de enfermeiras e enfermeiros estão concentrados em vários hospitais do país, exigindo a atualização gradual dos salários, a introdução da categoria de especialista e as 35 horas de trabalho por semana.
Começou com elevadas adesões a greve de cinco dias dos enfermeiros especialistas convocada pelo Sindicato Independente dos Profissionais de Enfermagem (SIPE) e pelo Sindicato dos Enfermeiros (SE) para o período entre as zero horas desta segunda-feira e as 24h da próxima sexta-feira.
As reivindicações do protesto são: a introdução da categoria de especialista na carreira de enfermagem; a atualização gradual dos salários; as 35 horas de trabalho para todos os enfermeiros e enfermeiras.
Em Castelo Branco, algumas dezenas de enfermeiros juntaram-se em frente ao Hospital Amato Lusitano, em sinal de protesto.
Com roupas pretas e exibindo algumas palavras de ordem, como "Juntos somos mais fortes" e "Basta" estes profissionais de saúde prometem lutar pelos seus direitos, "apesar de todas as pressões".
Luísa Margarida Pereira lembra que desde 2000 há enfermeiros licenciados, que fizeram especializações, mestrados e a carreira continua sem ser reconhecida. A representante do Sindicato diz que a falta deste reconhecimento, prejudica os profissionais em termos económicos, "fazemos as especializações a despesas próprias, e depois não somos recompensados em termos salariais".
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