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Europa 16 de setembro de 2011

Passos Coelho em Paris para discutir crise europeia

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho encontra hoje em Paris o seu homólogo francês, François Fillon, e o Presidente da República, Nicolas Sarkozy, numa visita que será dominada pela crise na Zona Euro.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho encontra hoje em Paris o seu homólogo francês, François Fillon, e o Presidente da República, Nicolas Sarkozy, numa visita que será dominada pela crise na Zona Euro.

A visita oficial a Paris acontece no seguimento da viagem a Varsóvia, onde Pedro Passos Coelho encontrou na quinta-feira o seu homólogo polaco, Donald Tusk.

A situação económica e financeira da Europa e, “talvez”, o possível interesse francês no processo de privatizações em Portugal vai ocupar a agenda do primeiro-ministro em Paris, segundo o embaixador Francisco Seixas da Costa.

O embaixador de Portugal em Paris salientou que Pedro Passos Coelho vem a Paris para “a primeira reunião formal” bilateral desde que tomou posse.

Os objetivos da deslocação são semelhantes aos do périplo que o primeiro-ministro realizou no início de setembro e que incluiu encontros com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o chefe do Governo espanhol, José Luís Rodríguez Zapatero, para debater os últimos desenvolvimentos na Europa e na Zona Euro e o plano de reformas estruturais e de ajustamento económico em Portugal.

O primeiro-ministro disse em Varsóvia, na quinta-feira, que compreende o recente anúncio feito pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, de que irá apresentar uma proposta sobre a emissão de ‘eurobonds’, mas voltou a recusar esta forma de financiamento como solução para a crise das dívidas soberanas.

Em declarações a jornalistas portugueses em Varsóvia, Pedro Passos Coelho lembrou que a Comissão Europeia “assumiu há muito o compromisso” de apresentar propostas aos Estados membros da União para combater a crise e que o debate em torno das ‘eurobonds’ [obrigações europeias] não é novo.

Admitiu mesmo a possibilidade de, no futuro, haver um maior aprofundamento político da comunidade, “que possa trazer, eventualmente, um Tesouro europeu”, com a inerente emissão conjunta de obrigações europeias.

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