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Europa 29 de agosto de 2011

Comissão Europeia e BCE admitem que economia europeia vai crescer menos que o estimado

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Comissão Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) admitiram hoje que o crescimento da economia europeia no curto prazo deverá ser mais modesto que o esperado, em boa parte devido à constante instabilidade nos mercados financeiros.

A Comissão Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) admitiram hoje que o crescimento da economia europeia no curto prazo deverá ser mais modesto que o esperado, em boa parte devido à constante instabilidade nos mercados financeiros.

Num debate no Parlamento Europeu, em Bruxelas, sobre a situação na Zona Euro, o comissário europeu dos Assuntos Económicos e Financeiros, Olli Rehn, reconheceu que os indicadores de curto prazo para o espaço monetário único apontam para um crescimento “mais moderado” que o esperado, depois de este já ter abrandado entre o primeiro trimestre do ano (0,8 por cento do PIB) e o segundo (0,2).

Rehn, que interveio numa reunião extraordinária da comissão parlamentar dos Assuntos Económicos e Monetários destinada a abordar a situação nos mercados da dívida soberana, disse que, neste momento, as perspetivas são piores que aquelas traçadas por Bruxelas na passada primavera, que apontavam para um crescimento de 1,8 por cento em 2011, e apontou que a Comissão está a preparar as suas novas estimativas, que serão divulgadas a 15 de setembro.

De acordo com o comissário, este crescimento mais modesto deve-se em parte à contínua instabilidade nos mercados financeiros.

Segundo Rehn, “os mercados financeiros e a economia real caminham agora mais em sincronia”, o que a seu ver é um fator de “preocupação profunda”, dada a possibilidade de a contínua turbulência financeira afetar negativamente a recuperação da economia real.

Também o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, antecipou na sua intervenção durante o debate um crescimento “modesto” do Produto Interno Bruto da Zona Euro, que atribuiu à fragilidade orçamental de muitos países e às incertezas "particularmente elevadas" nos mercados financeiros.

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