Por: Patrícia Calado
Em conferência de imprensa, a concelhia do CDS-PP afirmou que a autarquia albicastrense não pode virar costas ao comércio tradicional, tornando-se assim essencial uma revitalização do Mercado Municipal. Posto isto, apresentaram ainda 10 medidas que vão propor na Assembleia Municipal.
Em conferência de imprensa, a concelhia do CDS-PP afirmou que a autarquia albicastrense não pode virar costas ao comércio tradicional, tornando-se assim essencial uma revitalização do Mercado Municipal. Posto isto, apresentaram ainda 10 medidas que vão propor na Assembleia Municipal.
Diogo Botelho, presidente da concelhia do CDS-PP de Castelo Branco, acusou o executivo camarário de desleixo para com o Mercado Municipal. De acordo com o presidente desta concelhia, os produtores não têm condições para vender, já que, não é disponibilizado nenhum tipo de bancada para colocação dos seus produtos, não existem pontos de eletricidade para apoio aos vendedores, o espaço tem falhas de segurança e há automóveis que circulam neste espaço.
“O espaço é aberto, ou seja, no inverno passam frio, não é uma zona confortável. Há vendedores colocados à chuva, são tratados pela Câmara Municipal com desprezo”, assegurou durante a conferência de imprensa desta segunda-feira.
Posto isto, o CDS-PP de Castelo Branco apresentou à comunicação social uma dezena de medidas que pretendem apresentar na Assembleia Municipal. Pela voz de José Pedro Sousa, deputado da mesma, o CDS-PP acredita que é crucial “reduzir as rendas e taxas a pagar pelos comerciantes e produtores pela utilização dos espaços no Mercado Municipal”. Para além disso, pedem que o estacionamento seja gratuito para produtores, comerciantes e consumidores, que despendam pelo menos 10 euros em produtos adquiridos no Mercado Municipal.
Instalação de climatização adequada e de música ambiente, elaborar uma estratégia de marketing de modo a dar a conhecer o espaço, os comerciantes e o comércio; cuidar da segurança, higiene e melhorar o ordenamento são outras das medidas apresentadas.
A concelhia do CDS-PP apresentou ainda mais propostas, nomeadamente a instalação de novos espaços de bebidas e restauração e serviços, como artesanato ou produtos inovadores. Disponibilizar uma animadora social para cuidar das crianças foi outra das medidas apresentadas.
“Já vamos a mais de meio mandato e até agora nada foi feito. CDS decidiu dar este passo para alertar a população de que o executivo está a seguir o caminho errado”, justificou Diogo Botelho.
Uma opinião partilhada igualmente por José Pedro Sousa que afirmou haver “negligência com o que o atual executivo socialista tem cuidado deste assunto”. Segundo o deputado da Assembleia Municipal, a autarquia devia assim ter uma “maior sensibilidade” para os pequenos produtores que ainda mantém o Mercado Municipal ativo.
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