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Região 7 de março de 2016

Castelo Branco: Discoteca Répvblica celebrou 24 anos

Por: Patrícia Calado

Foi há 24 anos que António Mata abriu em Castelo Branco um espaço que revolucionou a noite albicastrense. À Répvblica vinham pessoas oriundas de diversos pontos do país, todas para conhecer o espaço e, as que já conheciam, acabavam por regressar. Todas as noites mais de 1500 pessoas escolhiam a Répvblica para se divertirem.

Foi há 24 anos que António Mata abriu em Castelo Branco um espaço que revolucionou a noite albicastrense. À Répvblica vinham pessoas oriundas de diversos pontos do país, todas para conhecer o espaço e, as que já conheciam, acabavam por regressar. Todas as noites mais de 1500 pessoas escolhiam a Répvblica para se divertirem.

No entanto, 24 anos depois, António Mata admite que “esta casa está morta”, sendo que, a noite albicastrense mudou “para pior”.

“Tínhamos uma noite maravilhosa, pessoas de fora vinham para visitar a Répvblica, e deixaram de vir porque já não é a noite a que estavam habituados. Nessa altura tínhamos bons bares e depois juntavam-se aqui na discoteca”, referiu.

No passado sábado foi noite de comemorar mais um ano da abertura desta discoteca, contudo, para António Mata não há muitos motivos para celebrar, visto que, acredita que a noite albicastrense tornou-se numa autêntica “anarquia”.

“As pessoas são outras, os jovens preferem outras coisas, mas a falta de dinheiro, a abertura de casas em excesso, a emigração dos jovens. Esta casa está morta, desde 2006 que não há regras nesta cidade, é uma anarquia total. Só quero igualdade para todos os bares, todos os cafés, todas as discotecas, que tenham horários para serem cumpridos, assim sobrevivemos todos”, justificou.

António Mata, que luta há 40 anos para proporcionar boas noites aos albicastrenses e não só, sente que nos dias de hoje há uma desordem total, falta de regras, inclusivamente a venda de álcool a adolescentes de 14 anos.

“Com esta desordem, cada um faz o que quiser. Castelo Branco vai ficar um caos a nível da noite”.

Aos 24 anos da discoteca Répvblica, António Mata só deixa um desejo: que sejam estabelecidas regras e horários, “que seja diferenciado um café de uma tasca, um bar e uma discoteca”.

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