Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
A coordenadora para a Unidade de Missão para a Valorização do Interior, Helena Freitas, disse este sábado que a sustentabilidade da coesão do território é um "imperativo político e ético".
A coordenadora para a Unidade de Missão para a Valorização do Interior, Helena Freitas, disse este sábado que a sustentabilidade da coesão do território é um "imperativo político e ético".
Helena Freitas considerou a sustentabilidade da coesão do território "um imperativo político e ético" e adiantou que se tem assistido a uma "litoralização progressiva do país", sendo evidente, "a tendência para o despovoamento, envelhecimento e empobrecimento daquilo que é entendido como o interior".
A coordenadora da Unidade de Missão para o Interior, falava na cerimónia dos 100 dias de Governo, que decorreu este sábado em Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco.
Esta responsável sublinhou que para se pensar a sustentabilidade de qualquer contexto territorial, "exige-se o reconhecimento do planeamento em antecipação à decisão política e impõe inteligência e eficiência na utilização e partilha de recursos".
Definiu a Unidade de Missão, que vai coordenar e que terá como número dois o ex-presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Paulo Catarino, como "uma plataforma agregadora de estratégias criativas, projetos inovadores e um pólo catalisador de vontades que possa fazer a diferença nos territórios do interior".
Helena Freitas realçou que existe unanimidade e que se está perante uma situação de emergência nacional na procura de soluções para firmar o interior de uma forma positiva e otimista".
Receba as principais notícias no seu email e fique sempre informado.
© 2026 Diário Digital Castelo Branco. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Albinet