Por: Cristina Valente
Malpica do Tejo tem já o Centro Social Senhora das Neves a funcionar , um processo "conturbado" como referiu o seu presidente José Galvão. O Centro que representa um investimento superior aos 450 mil euros só foi possível com o apoio da autarquia, que fez a maior comparticipação, e da ADRACES.
Malpica do Tejo tem já o Centro Social Senhora das Neves a funcionar , um processo "conturbado" como referiu o seu presidente José Galvão. O Centro que representa um investimento superior aos 450 mil euros só foi possível com o apoio da autarquia, que fez a maior comparticipação, e da ADRACES.
O Centro apoia 50 utentes, 17 em estrutura residencial, 9 em Centro de dia e 24 em apoio domiciliário. O presidente da direção solicitou ao ministro Vieira da Silva a celebração de acordos com a Segurança Social, uma vez que ainda não existe acordo para nenhum utente em estrutura residencial
"Para além das mensalidades o único apoio que temos da Segurança Social são os acordos de cooperação para centro de dia, 9 a 100%, e apoio domiciliário 16 a 50% e 8 a 100%, no que concerne a estrutura residencial ainda nenhum acordo foi celebrado". O que, diz José Galvão se revela um sério problema, "uma vez que as despesas são enormes, nomeadamente para cumprimento das exigências ao nível do quadro de pessoal".
O autarca albicastrense Luís Correia afirmou que os investimentos , como este, feitos nas freguesias, não podem ser vistos de forma economicista, pois são estruturas importantes para quem vive na freguesia, do ponto de vista social e económico.
"Temos a tendência de medir de forma economicista estes investimentos, mas esquecemos, na verdade, a grandeza que é o trabalho que aqui se presta a estes utentes. Não podemos dizer que aqui há poucas pessoas, temos que olhar para as pessoas que necessitam, e ultrapassar essas barreiras economicistas" afirmou Luís Correia.
" A valia das instituições socias não se mede pela sua dimensão" afirmou Vieira da Silva, Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.
"Esta instituição passou a ser um pilar da freguesia, pela resposta que dá, pelo contributo que dá para o bem-estar das famílias, em particular dos idosos que a frequentam, mas também pelo emprego que cria, e pela dinamização económica que trouxe à freguesia e dessa forma ao concelho" afirmou Vieira da Silva.
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