Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu este sábado um reforço de cooperação entre a administração central, as autarquias e as instituições sociais, mas sem referir-se a descentralização de serviços.
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, defendeu este sábado um reforço de cooperação entre a administração central, as autarquias e as instituições sociais, mas sem referir-se a descentralização de serviços.
"Existe um trabalho que deve ser reforçado entre a Administração Central, neste caso responsável pelas áreas da ação e Segurança Social, as autarquias e as instituições. O apoio público a estas instituições é fundamental e é fundamental que seja concretizado pela Segurança Social", disse Vieira da Silva.
O governante, que se deslocou a Castelo Branco para inaugurar três infraestruturas de apoio social a crianças e idosos, cujo investimento total ronda 1,9 milhões de euros, adiantou que "raramente" estas instituições "podem dispensar o apoio das câmaras municipais".
"Há áreas em que o apoio das autarquias é decisivo, como a disponibilização de espaços para a implementação de equipamentos ou apoio técnico para a elaboração de projetos. Essa é uma realidade que vem de trás e que tem que ser reforçada", sustentou.
Já em relação a novos investimentos em infraestruturas, sobretudo na área das demências, Vieira da Silva adiantou que, infelizmente, não vivemos numa época de alargamento generalizado da rede de equipamentos sociais".
"Foi possível há uns anos concretizar um alargamento muito significativo, quer no âmbito do programa PARES quer do POPH. Com o Portugal 2020, não é ainda muito claro a dimensão que será possível atingir", disse.
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