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Região 17 de dezembro de 2015

Castelo Branco: Assembleia Municipal autorizou compra da antiga Metalúrgica por unanimidade

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

Como o Diário Digital Castelo Branco já tinha anunciado na manhã desta 5ª-feira, a  Assembleia Municipal de Castelo Branco autorizou a Câmara a adquirir os terrenos da antiga fábrica Metalúrgica.

Como o Diário Digital Castelo Branco já tinha anunciado na manhã desta 5ª-feira, a  Assembleia Municipal de Castelo Branco autorizou a Câmara a adquirir os terrenos da antiga fábrica Metalúrgica.

A proposta da Câmara de Castelo Branco para adquirir as antigas instalações da fábrica Metalúrgica, por 951 mil euros, foi aprovada por unanimidade.

"Esta aquisição é muito importante para a regeneração urbana da cidade que estamos a levar a cabo em Castelo Branco", explicou o presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia.

O autarca disse que a aquisição da antiga fábrica da Metalúrgica, com uma área total de 5.734 metros quadrados, dos quais 4.433 correspondem a área coberta, "permite resolver um problema existente no centro da cidade e também abrir outras perspetivas de crescimento e de desenvolvimento para Castelo Branco".

Luís Correia sublinhou ainda que o objetivo imediato da autarquia é proceder à demolição dos edifícios degradados, mas garantiu que as chaminés ali existentes são para manter.

O deputado do PSD Alexandre Pereira congratulou-se com a aquisição do prédio e com a decisão da autarquia de manter as chaminés da fábrica intactas.

Porém, o deputado social-democrata recordou que em tempos houve um concurso de ideias para o local e questionou o autarca sobre aquilo que irá ali ser feito pela câmara.

O autarca respondeu e disse que aquilo que for decidido fazer naquele espaço não irá acontecer nos próximos dois ou três anos.

"Não é um projeto de curto prazo. Com esta aquisição estamos a preparar o futuro", explicou.

Por seu turno, o deputado do PS Joaquim Martins também manifestou a sua satisfação com esta aquisição e adiantou que havia naquele local "um problema, até de saúde pública, que precisava de ser resolvido".

"A Câmara fez um bom negócio, que é bom para Castelo Branco. Independentemente do uso que será dado é preciso salvaguardar o espaço", concluiu.

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