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Região 25 de novembro de 2015

Idanha-a-Nova: Quercus preocupada com atraso do REEE

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

A Quercus manifestou-se hoje preocupada com o facto de o centro de coordenação e registo de resíduos elétricos e eletrónicos (REEE) não ter entrado ainda em funcionamento, quando tal estava previsto para maio.

A Quercus manifestou-se hoje preocupada com o facto de o centro de coordenação e registo de resíduos elétricos e eletrónicos (REEE) não ter entrado ainda em funcionamento, quando tal estava previsto para maio.

"Em Portugal, o mercado de equipamentos elétricos e eletrónicos (EEE) anda nas 150 toneladas e só são recolhidas 49,9 toneladas. A recolha por habitante de REEE é de 4,8 quilogramas", afirmou o engenheiro do ambiente da Quercus Pedro Carteiro.

O ambientalista deslocou-se a Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, para participar no seminário "Reciclar é Proteger o Futuro", promovido pela Valnor no âmbito da Semana Europeia da Prevenção de Resíduos.

Este responsável adiantou ainda que a recente legislação prevê a existência de um centro de coordenação e registo para os EEE, cuja importância é relevante para a boa gestão dos REEE.

O centro tem como objetivo o registo dos produtores de EEE e dos intervenientes na recolha e tratamento dos REEE, além de aplicar e gerir um mecanismo de compensação entre entidades gestoras e participar na definição das regras de cálculo da meta nacional de recolha de REEE.

"Este centro já devia estar em funcionamento desde maio", sustenta.

Apesar da reciclagem gerar mais-valias para o país, o ambientalista diz que há ainda um percurso muito longo a percorrer.

O ambientalista falou ainda dos veículos em fim de vida (VFV), onde não existem metas de recolha, afirmando: "suspeita-se que pelo menos 30% são geridas por sucateiras ilegais".

Apesar disso, sustentou que se está no "bom caminho" para resolver de vez esta situação.

Já em relação ao resíduos urbanos (RU), Portugal produz cerca de cinco milhões de toneladas por ano, sendo que cerca de 60% "ou são enterradas ou queimadas".

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