Por: Diario Digital Castelo Branco
Considerando o patente na legislação em vigor, a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, elaborou um plano de formação profissional interna, onde permite a cada colaborador a atualização e aperfeiçoamento permanente dos conhecimentos e aprendizagem em várias áreas.
Considerando o patente na legislação em vigor, a Santa Casa da Misericórdia da Covilhã, elaborou um plano de formação profissional interna, onde permite a cada colaborador a atualização e aperfeiçoamento permanente dos conhecimentos e aprendizagem em várias áreas. Deste modo, a instituição reforça a preocupação constante na formação e valorização dos seus colaboradores, numa ótica de qualidade dos serviços e de boas práticas junto dos utentes das várias valências.
Segundo o comunicado enviado à redação do Diário Digital Castelo Branco, o Plano formativo interno é organizado e operacionalizado pelo Departamento de Inovação e Desenvolvimento - Gabinete de Qualidade e Formação Profissional e contempla diversas ações que visam ajudar a melhorar as atitudes e comportamentos dos colaboradores aumentando, deste modo, as suas qualificações técnicas e profissionais, conseguindo assim a realização pessoal, bem como a melhoria da prestação de cuidados.
O processo de formação dos colaboradores já teve início, com uma acção sobre «Liderança e Motivação de Equipas» e outra intitulada «Despedida com afeto: trabalhar o processo de luto nas instituições», ambas dirigidas a colaboradores da Estrutura Residencial para Idosos (E.R.P.I.). Até final do presente ano, irão ainda iniciar duas ações na área da «Ética e Deontologia Profissionais» e uma acção HACCP (Hazard Analysis Critical Control Points)». O processo de formação em curso conta com a parceria de uma entidade formadora externa e prolongar-se-á ao longo de todo o primeiro semestre de 2016.
Até 31 de Dezembro de 2015 é objetivo da Misericórdia da Covilhã proporcionar formação profissional, com duração superior a 35 horas, a 65 colaboradores, 62 mulheres e 3 homens, com idades compreendidas entre os 22 e os 62 anos, ou seja 56 % dos colaboradores/as com contrato de trabalho sem termo.
Mais do que uma obrigação da instituição, o facultar aos colaboradores o acesso a formação, é um investimento no futuro e uma aposta na melhoria dos serviços.
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