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Europa 22 de maio de 2011

Reino Unido apoia ministra francesa das Finanças para a liderança do FMI

Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa

O Reino Unido apoia a ministra francesa das Finanças, Christine Lagarde, para a liderança do Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de Dominique Strauss-Kahn se ter demitido do cargo de diretor-geral do fundo na sequência de um escândalo sexual.

O Reino Unido apoia a ministra francesa das Finanças, Christine Lagarde, para a liderança do Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de Dominique Strauss-Kahn se ter demitido do cargo de diretor-geral do fundo na sequência de um escândalo sexual.

“Quanto ao mérito, acredito que Christine é uma excelente candidata para o FMI e é por isso que o Reino Unido a vai apoiar”, afirmou em comunicado George Osborne, o homólogo britânico de Christine Lagarde.

“Ela demonstrou verdadeira liderança internacional na liderança dos ministros das Finanças do G20 este ano. Ela tem sido, também, uma forte apoiante da luta dos países contra os altos défices orçamentais e contra os gastos acima das possibilidades”, acrescentou.

Osborne afirmou ainda que Londres apoia Lagarde “porque é a melhor pessoa para o lugar, mas eu penso, pessoalmente, que seria uma coisa muito boa ter a primeira mulher como diretora-geral do FMI”, que já tem 60 anos de história.

O apoio de Osborne, do Partido Conservador, foi visto por analistas como um golpe às expetativas do antigo primeiro-ministro Gordon Brown, do Partido Trabalhista, agora na oposição.

Lagarde, de 55 anos, é já considerada a favorita para substituir Dominique Strauss-Kahn, também francês, à frente do FMI.

Strauss-Kahn demitiu-se na quinta-feira, cinco dias depois de ter sido preso em Nova Iorque, acusado de ter abusado sexualmente uma empregada de hotel.

O ex-diretor-geral continua a garantir que está inocente e que vai utilizar toda a sua energia para provar a inocência.

Ao abrigo de um acordo entre a União Europeia e o FMI, o líder do fundo tem sido sempre europeu, e o do Banco Mundial americano, apesar da China e do Brasil terem já apelado ao fim deste sistema.

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