Por: Diario Digital Castelo Branco/Lusa
O administrador da construtora Lucios, Filipe Azevedo, afirmou que os próximos dois anos serão críticos para a definição da estratégia nacional da empresa, questionando-se se valerá a pena manter uma operação significativa em Portugal devido à crise.
O administrador da construtora Lucios, Filipe Azevedo, afirmou que os próximos dois anos serão críticos para a definição da estratégia nacional da empresa, questionando-se se valerá a pena manter uma operação significativa em Portugal devido à crise.
“Hoje em dia questionamo-nos se vale a pena fazer esse esforço para nos mantermos aqui em Portugal nesta grandeza porque efetivamente as oportunidades são tão poucas, diminuíram efetivamente bastante”, disse o administrador da Lucios, que lembrou que as operações em Moçambique e em França estão agora a arrancar e pretendem reduzir o peso de Portugal no volume de negócios de 80% para cerca de 55% já em 2014.
Filipe Azevedo, que representa a terceira geração familiar à frente da Lucios, construtora fundada pelo avô, afirma que os próximos dois anos são fundamentais para a empresa perceber qual vai ser o futuro: “Se temos de nos redimensionar aqui em Portugal e para que tipo de redimensionamento é que tem de ser. 2014 e 2015 serão decisivos para percebermos se conseguimos em Portugal manter esta dimensão ou se temos efetivamente que fazer uma otimização ainda maior da estrutura”.